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Especial A menina que roubava livros

Oi, galera, tudo bem?

A gente se ausenta por um mês, mas quando volta já lança logo um especial! E essa semana vamos falar de "A menina que roubava livros", o primeiro livro da minha coleção!



E eu preciso confessar que meu amor pela Liesel começou beeeem lá no inicio. "A menina que roubava livros" foi publicado no Brasil há 11 anos. Mas acredita que eu me lembro exatamente de quando ele foi lançado? Isso porque o livro estava em destaque na livraria e a capa me chamou a atenção o suficiente para me fazer ler a sinopse e depois a orelha. Essa foi uma das poucas vezes em que eu me senti tão interessada em uma obra que eu nunca tinha ouvido falar. Normalmente já chego na livraria com um objetivo e não compro livro sem recomendação. 

A verdade é que eu achei a sinopse meio mórbida. Aliás, eu sei o texto da contracapa de cabeça "Quando a morte conta uma história, você tem que parar para ler".  Li a orelha e decidi comprar com o pouco do dinheiro que tinha restado da minha mesada!

Li "A menina que roubava livros" pela primeira vez aos 17 anos. Não poderia ter amado mais! Estava na época de vestibular, então o livro conseguiu me distrair de toda a pressão de passar em uma faculdade. Naquela época eu não conseguia ler muito por causa do ritmo de estudos.  Reli aos 25 e percebi que eu tinha me engano. Eu podia, sim, amar ainda mais "A menina que roubava livros". Ao voltar para o universo de Liesel, eu pude assimilar melhor a história, absorver mais detalhes.

E você, já leu "A menina que roubava livros"?  Conta aí a sua experiência

# Semana Bloodliness // Richelle Mead

Oi pessoal, tudo bem?

Estamos na Semana Bloodliness, falando sobre vários detalhes da série, mas, ei, vocês conhecem a autora Richelle Mead? Sabiam que ela era professora e que já tem quase 40 anos? Pois é.

A autora nasceu no Michigan em 12 de novembro de 1976 e tem três graduações. Atualmente ela mora em Kirkland e tem dois filhos. A autora ganhou fama com a série Academia de Vampiros, cujo primeiro livro foi publicado em 2007. Ou seja, a autora já tem quase 10 anos de estrada!



Mas, apesar de VA e de Bloodliness serem as séries mais conhecidas da autora, ela já publicou outras sagas como Dark Swan, Georgina Kincaid e Age of X que já teve o seu primeiro livro publicado aqui no Brasil com o título de Tabuleiro dos Deuses (A Sarita vai falar sobre esse livro mais abaixo). Seus livros já foram traduzidos para mais de 30 idiomas.

Como toda a boa autora, Richelle é viciada em café (eca, porque eu não suporto nem o cheiro) e ela é fascinada por mitologia e folclore! Se não está lendo, a autora gosta de assistir reality shows e viajar!

E você, já leu outro livro da autora, além de Bloodliness? A Companhia das Letras também publicou o livro Tabuleiro dos Deuses!


Tabuleiro dos Deuses
Tabuleiro dos Deuses - Richelle Mead
Série A Era de X
Justin March, um investigador de religiões charmoso e traiçoeiro, volta para a República Unida da América do Norte (RUAN), após um misterioso exílio. Sua missão é encontrar os responsáveis por uma série de assassinatos relacionados com seitas clandestinas. Sua guarda-costas, Mae Koskinen, é linda, mas fatal. Membro da tropa de elite do exército, ela irá acompanhar e proteger Justin nessa caçada. Aos poucos, os dois descobrem que humanos são meras peças no tabuleiro de poderes inimagináveis.
Tabuleiro dos Deuses é o primeiro livro da Série adulta A Era de X da nossa querida Richelle. Ele foi lançado pela Editora Paralela e não tem previsão do lançamento da continuação aqui no Brasil (a não ser que vocês me ajudem a implorar ao pessoal da editora!!) É uma destopia incrível, sensual, muito bem construída, que envolve o melhor da ficção científica, do suspense, do romance, com elementos místicos a la Dan Brown. Com essa série percebemos a maturidade linguística e literária da Ri assim como sua capacidade de diversificar e sair do mundo fantástico. O segundo livro, The Immortal Crown está disponível no site da autora e em diversas livrarias online como a Amazon e BookDepository e dá continuidade às aventuras de Justin e Mae. Pelo amor dos deuses, Paralela, trás logo esse livro pra cá! O terceiro livro, The Eye of Andromeda ainda não tem previsão de lançamento. :(


Lembrando que os posts da Semana Bloodliness são facultativos no Top Comentarista

# Semana Bloodliness // Universo dos clãs



Bloodlines se passa em um universo em que vampiros existem. Eles são separados em duas raças: os moroi são vampiros civilizados que, apesar de depender de sangue humano para a sobrevivência, geralmente bebem o mínimo possível apenas de pessoas que se voluntariam para tal. Os strigoi, por sua vez, são os vampiros imortais que não se importam em matar um humano quando está se alimentando. Além deles, o universo de Mead conta com dampiros, uma raça descendente de antigas misturas entre vampiros e humanos, que servem como guardiões da nobreza moroi

E, é claro, que os humanos não tem conhecimento desse mundo, graças aos alquimistas, uma organização que tem como função encontrar meios de esconder a existência dos vampiros - e os perigos que eles podem trazer. 

Sydney Sage, a protagonista da série, é uma alquimista. Assim, ela cresceu aprendendo tudo o que deve fazer para evitar que o conhecimento de que vampiros existem possa ser geral. Os alquimistas, porém, apesar de trabalhar lado-a-lado com os moroi, não suportam a sua existência. Eles acreditam que os vampiros são seres malignos, e só se comunicam por mera necessidade. 

Durante uma missão em que deve proteger Jill Mastrano, uma princesa moroi que corre risco de vida, Sydney conhece Adrian Ivashkov, um moroi que, contra todas as expectativas, ganha o coração da alquimista. Mesmo o relacionamento entre humanos e vampiros sendo terminantemente proibido pelas duas raças. 

E é nesse ambiente que o spin off de Academia de Vampiros se passa. É importante avisar para vocês que você não precisa ter lido a série originária para conseguir entender o que se passa em Bloodlines. Eu mesma não li e estou viciada na história de Sydney! 

Que tal conhecer um pouquinho sobre cada livro?


Com sua lealdade colocada em questão, Sydney se sente obrigada a voluntariar-se para uma tarefa nada agradável: ajudar a esconder Jill Dragomir, uma princesa vampira que está sendo perseguida por rebeldes que querem o poder. Assim, pelo bem dos humanos, Sydney aceita se disfarçar de estudante e passa a conviver diariamente com Jill e seu guardião Eddie. Mas entre uma conversa e outra, ela começa a ter a sensação de que talvez esses seres estranhos não sejam tão maus assim, principalmente Adrian, um vampiro muito próximo de Jill que desperta os sentimentos mais contraditórios e proibidos em Sydney. Caberá a ela resolver todos esses mistérios e garantir a paz entre os humanos antes que seja tarde demais


Em sua última missão, a alquimista Sydney Sage foi enviada a um colégio interno na Califórnia para proteger a princesa Moroi Jill Dragomir, e assim evitar uma guerra civil entre os vampiros que certamente afetaria a humanidade. Porém, a convivência com Jill, Eddie e principalmente Adrian leva Sydney a perceber que talvez os Moroi não sejam criaturas tão terríveis assim – e ela passa a questionar os dogmas que lhe foram ensinados desde a infância. Tudo se torna ainda mais complicado quando Sydney descobre que talvez tenha a chave para evitar a transformação em Strigoi, vampiros malignos e imortais, mas esse poder mágico a assusta. Igualmente difícil é seu novo romance com Brayden, um cara bonito e inteligente que parece combinar com Sydney em todos os sentidos. Porém, por mais perfeito que ele seja, Sydney se sente atraída por outra pessoa – alguém proibido para ela. E quando um segredo chocante ameaça deixar o mundo dos vampiros em pedaços, a lealdade de Sydney será colocada mais uma vez à prova. Ela confiará nos alquimistas ou em seu coração?

Depois de um evento que mudou a vida de Syndey e Adrian para sempre, Sydney luta para traçar a linha entre os ensinamentos Alquimistas e os desejos de seu coração. Então ela conhece o sedutor Marcus Finch, um ex-Alquimista que a empurra para se rebelar contra o povo que a criou. E quando Sydney fica cara a cara com um usuário de magia negra, ela finalmente começa a abraçar a misteriosa magia que tem dentro de si…





A alquimista Sydney Sage não é mais a mesma. Criada desde criança para desprezar os vampiros, ela acabou vencendo seus preconceitos em sua última missão. Aos poucos, a garota não só criou laços de amizade com esses seres como acabou se apaixonando por um deles - o irresistível Adrian Ivashkov - e, surpreendendo até a si mesma, decidiu levar o relacionamento proibido adiante, em segredo. Tudo se complica quando Zoe, sua irmã, se junta à missão. Apesar de querer resgatar a amizade entre elas, Sydney precisa guardar seu segredo enquanto tenta fazer com que a caçula perceba como as crenças alquimistas estão equivocadas.
Enquanto isso, Adrian sofre com os fortes efeitos do espírito - um elemento mágico que, ao mesmo tempo em que lhe confere poderes, como curar as pessoas, pode levá-lo à loucura, através de alucinações e mudanças de humor extremas. Sydney é seu maior incentivo para abrir mão desses poderes e buscar uma saúde mental equilibrada, mas Adrian nem consegue imaginar como seria vê-la machucada e não poder fazer nada. Neste quarto volume da série Bloodlines, ele precisa escolher entre sua sanidade e a capacidade de ajudar a todos - especialmente aqueles que ama.


Sydney Sage arriscou tudo. Ainda infiltrada na organização, trabalhava contra os alquimistas e vivia um romance secreto com o vampiro Adrian Ivashkov. Qualquer deslize poderia trazer tudo por água abaixo, e foi exatamente o que aconteceu: sua própria irmã descobriu seu relacionamento proibido e a denunciou, fazendo com que Sydney fosse capturada pelos seus pares e mandada para a terrível reeducação. Cercada de inimigos e sem saber onde estava ou como sairia dali, Sydney luta para manter sua identidade, sua capacidade de pensar por si mesma e, principalmente, a esperança de que encontrará Adrian novamente. 

# Semana Especial Bloodliness // Alquimia

Olá pessoal!

Espero que estejam gostando do especial Bloodliness e, claro, que participem da nossa promoção para ganhar logo a série completa *-* Quem assina o post de hoje é a Sarita, do Endless Poem.


Seguimos com mais um post da Semana Bloodlines e claro, não poderíamos deixar de falar sobre uma coisa do universo da série, da vida da Syd que se entrelaça com o meu.


 Poucas pessoas sabem (mentira, todo mundo sabe) mas eu faço Farmácia já a quase dois anos. Eu me encontrei no meio de tanta fórmula química, de tanta reação, de tanta manipulação dos elementos, da terra, da água, do fogo (e do ar) em prol da ciência, do conhecimento, da busca por novas curas e tudo mais. A Syd também. Sua religião é a ciência, sua fé é entregue aos elementos e é uma das coisas que eu mais gosto no universo desse Spin Off. Como eu já contei para vocês nas outras resenhas e em todos os posts relacionados ao universo dessa história, a história se entrelaça com a série principal, Academia de Vampiros, mas não tem muito a ver. A gente consegue muito ler e se apaixonar por Bloodlines sem ter lido VA. E isso é muito verdade porque eu não li VA ainda (não me mata, Ana Luiza!) Bom, vamos contar um pouquinho da história da Farmácia pra vocês, um pouquinho dessa arte alquimista e desbravadora dos elementos em pleno século XXI (sou uma bruxa, será?)

"A história da farmácia remete à preocupação com a saúde, a doença, aos primeiros remédios, ao aparecimento dos medicamentos e ao surgimento do farmacêutico. Apresenta  vários períodos e cada um as suas inovações. Os textos antigos relatam o emprego das plantas e de substâncias de origem animal para fins curativos, desde o período Paleolítico ou idade da pedra lascada.  O mais antigo documento farmacêutico conhecido é uma tabuinha sumérica (tabela de argila) executada no terceiro milênio (2100 a.C.), contendo quinze receitas medicinais, descoberto em Nippur. 
O papiro mais importante da história da Farmácia é o papiro Ebers escrito por volta de 1500 a.C., espécie de manual destinado aos estudantes, que revela segredos de medicação. Esta verdadeira farmacopéia registra abundantes informações, contém 811 prescrições e menciona 700 remédios para distintas doenças, de mordida de serpente à febre puerperal, abrangendo uma grande variedade de temas médicos.

Na antiguidade, durante a busca dos alquimistas por formas de fabricar ouro e o elixir da vida eterna, eles acabaram por produzir óleos e resinas que foram considerados os primeiros remédios da humanidade. Muitos anos depois, surgiu a referência à botica, que era apenas uma caixa de madeira na qual se levavam os remédios. A origem das atividades relacionadas à farmácia se dá a partir do século X com as boticas ou apotecas, como eram conhecidas na época. A figura do apotecário ou boticário aparece nos conventos da França e Espanha, desempenhando o papel de médico e farmacêutico. Neste período, a medicina e a farmácia eram uma só profissão.
A evolução e desenvolvimento da farmácia, como atividade diferenciada, só aconteceria na Alexandria após um período de instabilidade marcado por guerras, epidemias e envenenamentos. A farmacologia ganhou grande impulso, principalmente no tratamento dos soldados abatidos nos campos de batalha. E a profissão farmacêutica separa-se da medicina ficando proibido ao médico ser proprietário de uma botica.

O grego Hipócrates marcou uma nova era para a cura quando sistematizou os grupos de medicamentos, dividindo-os em narcóticos, febrífugos e purgantes. Galeno escreveu bastante sobre farmácia e medicamentos, sendo considerado o "Pai da Farmácia". Sua grande contribuição foi a transformação da patologia humoral numa teoria racional e sistemática, em relação à qual se tornava necessário classificar os medicamentos.
Durante a 1ª Guerra Mundial (1914 -1919), desenvolve-se a terapia antimicrobiana com avanços significativos em quimioterapia, antibioticoterapia e imunoterapia. E no período da 2ª Guerra Mundial (1939 -1945), começaram as pesquisas sobre guerra química que resultaram no descobrimento dos primeiros anti-neoplásicos. As últimas décadas do século passado foram decisivas no descobrimento de fármacos a partir da aplicação de conceitos de genética molecular, genômica, proteômica e informática. A biotecnologia e a tecnologia farmacêutica emergiram como poderosos instrumentos para romper com os limites terapêuticos estabelecidos. "

Assim como a Sydney, eu também amo a ciência. Eu também adoro trabalhar como os alquimistas, descobrindo formulas importantes para a humanidade. Claro, eu não caço vampiros, não faço tratos com dampiros, não estou apaixonada por um, o que é uma pena. Mas a base que a Richelle utiliza para trazer esse universo para os livros para mim é muito mágica! Obrigada, Ri, por difundir a ciência na sua série e mostrar ao mundo que a fantasia pode sim, estar entrelaçada com a realidade!


# Top Sunday // Quotes Divergente

Oiee, gente, tudo bem?

E chega ao fim o nosso especial Divergente. AHHHHHHHHHHH =`( Espero que vocês tenham curtido. E para fechar com chave de ouro. Hoje tem Top 3 quotes da trilogia. 

Na minha opinião, Divergente não é uma saga onde a cada virada de página existe um quote marcante. Separei poucos ao longo dos livros. Mas todos são bem expressivos e impactantes. Difícil escolher só três. Por isso acabei pegando um de cada livro para ser mais justa. 

Vamos lá?


# 3º lugar: Filosofia Four

"Objetivo não é perder o medo. Isso seria impossível. Aprender a controlar seu medo e libertar-se dele é o verdadeiro objetivo"




# lugar: A Descoberta da Tris

"Meus pais realmente me amavam. O bastante para abandonar planos e facções. O bastante para desafiar a ideia de facção antes do sangue. Facção antes do sangue, não. Amor antes da facção sempre."


# lugar: O quote dos quotes #todoschoram

"Imagino que uma chama que queime com tanta intensidade não seja feita para durar para sempre."

# Especial Divergente // Curiosidades

Ei, gente, tudo bem?

Exclusivamente hoje não teremos a nossa tão querida coluna Mudando de Assunto, devido, claro, ao especial Divergente. Espero que vocês estejam curtindo. Hoje separei algumas curiosidades que envolvem a série e também a versão cinematográfica de Divergente.


  • Veronica Roth lançou o primeiro livro da trilogia Divergente em 2011, quando tinha apenas 22 anos – hoje ela está com 25. Divergente, Insurgente e Convergente são os únicos livros da autora e as três obras entraram para a lista dos livros mais vendidos do The New York Times.

  • Miles Teller (Peter) fez o teste para o papel do Quatro (HERESIA!), mas, felizmente, não passou. Posteriormente foi cogitado para viver Eric, mas Teller achou que não seria intimidante perto de Theo James. (menino de bom senso). No fim das contas, ficou sendo o Peter.



  • Kate Winslet estava grávida durante as gravações de Divergente e aceitou o papel por acreditar que seus filhos iriam gostar de vê-la na trilogia.

  • Zoë Kravitz, a Christina, é... tcharaaammmmm. SIM, filha do Lenny Kravitz, que integra o elenco da trilogia Jogos Vorazes. Que fofity, família saga distópica!



  • Jeremy Irvine (Cavalo de Guerra) foi a primeira escolha para o papel de Quatro, mas recusou devido a conflitos de agenda. Ele, aliás, está no elenco da adaptação de Fallen. Só eu acho ele nada a ver com o Quatro?


  • A produtora, responsável pela adaptação do livro, confirmou a adaptação de sua sequência: Insurgente (2015). As gravações já começam agora em maio.

  • E por falar em futuros filmes, último livro da saga será dividido em duas partes, sendo a primeira com estreia prevista para o primeiro semestre de 2016.

Por hoje é só, gente =) Até amanhã,  último dia de especial!

# Sessão Cinema // Filme Divergente

Oi, gente, tudo bem?

Estamos quase no finalzinho do nosso especial Divergente (tá, na verdade estamos no meio, ele vai até domingo), mas não poderia deixar de vir aqui e falar do filme. Se vocês acharam que eu destilei todo o meu veneno na resenha de Convergente, não leiam essa resenha. HUAHUAHUA. BOM, fui ver o filme ontem na estreia com o meu namorado. E em meio a fãs histéricas, pessoas que não sabiam o que estavam fazendo ali e fãs da saga, estava um filme mediano que não me surpreendeu.

Título: Divergente // Divergent
Distribuidora: Paris Filmes
Direção: Neil Burger
Duração: 140 min
Estreia: 17 abril
Elenco: Shailene Woodley, Theo James, Kate Winslet, Miles Teller, Ansel Elgort









O filme começa muito bem. Logo de início chamo a atenção para a apresentação das facções. Achei uma incrível sacada as cenas com o brasão de cada uma delas. Por exemplo, quando a Tris falava da Amizade, aparecia uma cena de pessoas dando as mãos. Amei. O início é bem fiel. Talvez o filme tenha pecado pela falta de algumas explicações, alguns detalhes, mas achei que a ideia geral foi passada para o expectador. Dá para entender, ainda que não de forma totalmente aprofundada, a história. Claro que é impossível se ater em todos os detalhes, afinal é uma adaptação, mas sustento a minha opinião de que essa não foi uma das melhores.

Senti falta dos quotes dos livros nas cenas. Os diálogos da Verônica são tão inteligentes! Achei que eles poderiam ser mais aproveitados. Algumas cenas são diferentes do "original". Algumas me incomodaram e outras não. Porém, o ponto fraco do filme, para mim, foi o fato da grande descoberta do livro: "o papel da Erudição", ser introduzido logo de cara nos cinemas. Cadê a surpresa do final? Aquele "OOOHHHHHH" de deixar todos de boca aberta? Pois é, não existe. A conspiração está presente desde o inicio, e de forma clara. E, claro, não menos importante, todo mundo já sabe que a Tris é. 




Aliás, tensão é uma coisa que também ficou aquém. Ainda mais que no início há uma narração da Tris. Este "narrador em off" poderia ser usado para gerar uma tensão maior na hora da escolha das facções, por exemplo. Nos livros o leitor sofre junto aos conflitos da adolescente que não sabe o que deve fazer. No filme, Beatrice é uma das primeiras a serem chamadas e a cena se desfaz com rapidez.

No filme existem muitas cenas de ação e elas são ótimas. Podemos acompanhar o desenvolvimento da Tris dentro da Audácia. Ela vai ficando mais forte e independente. Mas os recursos são limitados. O efeito da cena da tirolesa é tosco huahuahuahua. A compensação vem no figurino. Impecável, eu diria. E do jeitinho que eu imaginava. O contraste das cores e até mesmo os detalhes dos objetos de cena mostram o cuidado dos diretores em transmitir, dentro do possível a sensação de estarmos na Chicago futurista. Gostei muito.

foto tirada pelo namorado


Eu simplesmente adoro a Shay, acho a atriz uma simpatia e super talentosa, mas, infelizmente, quem nasce para ser Hazel Grace não consegue ser Tris Prior. E a Shay decepcionou.  Desculpe falar isso, gente, mas foi o que senti. Ela é fofa demais para a Tris. Achei que a atriz oscilou bastante. Ora entrando na personagem, ora não. Tris é uma rocha, não confia tão facilmente nas pessoas, é durona. E senti que faltou um pouco disso na Shay. Ela é fofa demais. O jogo de câmeras abusava no close na atriz para pegar suas expressões e não consegui me convencer de que estava diante da Tris. Por outro lado, Theo James deu a vida a um Quatro de tirar o fôlego. Tanto no aspecto físico, quanto no sentido de interpretação. O Quatro de Theo é charmoso, mas ao mesmo tempo, rústico. E que voz é aquela, gentemmmm? Agora, uma coisa é certa: química entre ele e a Shay é inegável.


Eric (Jai Courtney) e Janine (Kate Winslet) são de dar raiva. Confesso que impliquei com a escolha da Kate Winslet para o papel, não a imaginava em um filme adolescente. Mas ela me surpreendeu e, cara, como dá vontade de matá-la das formas mais dolorosas. Porém, fiquei me perguntando onde colocaram o Peter (Miles Teller), um completo sociopata e uma pedra no sapato da Tris. Senti falta de um espaço maior para o ator. Na verdade, nos livros o "vilão" mais presente é ele e o Eric, uma vez que a participação de Janine só vem mesmo a tona mais para o final. Uma pena que o Peter não tenha tido o destaque que merece no filme. E alguém viu o Uriah nesse filme? Ele se torna um dos grandes amigos da Tris... to procurando o coitado até agora. Talvez tenha ficado preso no livro. Acontece  -.-

São de Christina (Zoe Kravitz) as melhores sacadas. Sua sinceridade inocente é contagiante. Zoe conseguiu captar a essência "falo o que me vem a cabeça" da personagem. Apesar de Christina cair no mesmo problema do Miles: pouco aproveitamento.

O filme transcorre super bem, nem sentimos os 140 minutos. Posso dizer que a adaptação é mediana. Não é uma das melhores e mais fieis que já vi, mas cumpriu o seu papel. Espero que no próximo filme eles melhorem em alguns pontos e, principalmente, com maiores recursos, consigam desenvolver melhor algumas cenas. 

Esse é o trailer do filme para quem ainda não viu e, para os fãs, tá rolando promoção na nossa fanpage

# Especial Divergente // Tag Facções

Oi, gente, tudo bem?

Bom, só para deixá-los com inveja, enquanto vocês estiverem  lendo esse post (caso vocês ainda o leiam nesta quinta-feira) eu estarei vendo Divergente no cinemaaa. Amanhã volto e conto tudo para vocês. Bom, mas vamos voltar ao nosso especial? Hoje é dia de TAG. E essa TAG foi criada por mim.

Fiquei com inveja da Monique que também já criou uma TAG aqui no blog e resolvi fazer a minha =P. Essa TAG se chama Facções e, claro, tem a ver com Divergente, mas NÃO, vc não precisa ter lido o livro para fazer. São 6 perguntinhas atividades e, basicamente, vocês tem que encontrar um personagem que se encaixe em cada facção do livro:

Erudição: Um personagem inteligente
Abnegação : Um personagem que está sempre pensando no próximo
Amizade: Uma amizade Literária verdadeira
Audácia: Um personagem que é esquentadinho
Franqueza: Um personagem sincero
Divergente: Um personagem que pode ter várias personalidades

Depois, é só indicar 5 blogs para fazer o mesmo

Confiram o vídeo com as minhas respostas =)




Vou indicar aqui alguns blogs, mas quem quiser fazer a TAG, sinta-se mais que a vontade. Só não se esqueçam de, claro, indicarem o Por Uma Boa Leitura como fonte

Blogs Indicados
Livros Y Viagens
Livros e Chocolate Quente
Livros com Pipoca
Encantos Paralelos
Um Papo Entre Páginas
Like Livros
Coração de Tinta
Cantinho de Leitura da Mari
Meu Mundinho Fictício



# Especial Divergente // Resenha 87: Convergente

Oi, gente, tudo bem?

Espero que tenham gostado do primeiro dia do especial Divergente. Hoje tem resenhaaaa. Já resenhei Divergente e Insurgente por aqui e só faltava o último livro da série. Portanto, hoje é a vez de Convergente. Um livro que não convergiu muito, deixou pontas soltas, mas, pelo menos emocionou.

Leiam tranquilos, não há spoilers

Título: Convergente // Allegiant
Autor: Veronica Roth
Editora: Rocco
Páginas: 526


Sinopse: A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou - destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. Portanto, diante da chance de explorar o mundo além dos limites que ela conhecia, Tris não hesita. Talvez, assim, ela e Tobias possam ter uma vida simples e nova juntos, livres de mentiras complicadas, lealdades suspeitas e memórias dolorosas. No entanto, a nova realidade de Tris torna-se ainda mais alarmante do que aquela deixada para trás. Antigas descobertas rapidamente perdem o sentido. Novas verdades explosivas transformam os corações daqueles que ela ama. Então, mais uma vez, Tris é obrigada a compreender as complexidades da natureza humana enquanto convergem sobre ela escolhas impossíveis que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor. Narrado sob uma emocionante perspectiva dupla, Convergente conclui de maneira poderosa a série que alcançou o primeiro lugar na lista de bestsellers do New York Times, na qual Veronica Roth revela os segredos do mundo distópico que cativou milhões de leitores com Divergente e Insurgente.
Não vou fazer aquele habitual primeiro parágrafo com visões gerais do livro. Não, dessa vez o papo é sério e eu quero ir direto ao ponto. Antes de mais nada quero dizer que, de longe, essa é uma das resenhas mais difíceis que eu to fazendo, sem falsas demagogias. Gostei muito da saga, mas é inegável que Convergente não chega aos pés dos primeiros volumes. E não, não falo isso devido ao spoiler que quase todo mundo sabe. (E, não, ele não aparecerá nessa resenha). 

Na verdade, não sei se a Veronica Roth nos acostumou muito mal ou se Convergente é realmente mais devagar que uma tartaruga manca, se comparado aos livros anteriores. Quem não leu Divergente e ficou de queixo caído com o final? Quem não teve que fechar um pouquinho Insurgente para recuperar o fôlego porque o livro era agitado? Aí você pega Convergente e...



A narrativa é morna e arrastada. Não chega a ser algo penoso de ler, mas cadê a ação? Cadê a vontade de não largar o livro? Tô procurando até agora. Bom, mas tudo bem, há uma esperança! Em Convergente os capítulos são alternados de acordo com as perspectivas dos personagens. Ora temos o ponto de vista da Tris, ora temos o ponto de vista do Quatro. Isso é bom, Kel? Até que sim, sempre quis saber o que se passava na cabeça do Quatro, ele sempre foi muito fechado e enigmático. Mas ai estamos lendo o capítulo da Tris, depois vem outro da Tris e mais um da Tris. Epa, não era para ser do Quatro? Pois é. A narrativa deles é muito parecida. E quando quero dizer "muito" eu quero dizer muito. MESMO. Quatro surpreende sendo uma pessoa mais sentimental e vulnerável. Okay, ele é humano e todo mundo tem o seu lado mais "fraco", mas isso não combinou com o personagem. E, acreditem, ter capítulos intercalados quando rola uma DR entre os personagens não é legal. E você fica tipo...


Verônica quis ampliar enormemente o nicho da história. Mostrar outras opções, inserir muita coisa. O problema é que esse foi o último livro e o tempo, ou melhor, as páginas, foram poucas. Nem tudo foi explicado. A autora jogou informações e quem entendeu, entendeu. Senti falta de detalhes e de, efetivamente, um gancho entre as coisas e não apenas fatos isolados. Verônica preferiu focar em muitos assuntos, ao meu ver, supérfluos, ao invés daquilo que realmente interessava. Em vários momentos eu queria entender melhor, mas essa expectativa não foi correspondida. Fiquei com a impressão de que ela queria terminar logo o livro. Achei que faltou cuidado, principalmente  por se tratar de uma distopia. É um mundo futurístico, além da nossa realidade e isso requer detalhes, não dá para deixar a cargo da imaginação.


Confesso que um dos pontos que mais gostei em Divergente foi o fato do romance não ser o foco. Isso se repete em Insurgente E em Convergente. Bom, aí o negócio já ficou feio pra mim e encheu a minha paciência. Super entendo e admiro a relação entre Quatro e Tris, mas alooooow



Três livros de relação morna com medo de se envolver demais, etc? Faltou um salzinho nos dois. O que é uma pena porque, pensando no cinematográfico, a Shay e o Theo tem uma super química juntos e, se depender dos livros, a química deles não vai sair do papel (quer dizer, nem está no papel)

Outra coisa que me deixou OI? Que enorme é a capacidade que um certo personagem tem de esquecer certas realidades!! A pessoa mostra que é uma mal caráter, mas a galera perdoa e releva, como se nada tivesse acontecido. Como se a pessoa não tivesse feito um mal épico, tentado controlar as pessoas. Mas okay, essa é a vida. 

Acho que existe algum bromance/ sociedade secreta entre autores de sagas onde eles falam assim "para você fazer parte é preciso ser sádico. Mais mortífero que a bala da Angelina Jolie no filme O Procurado ".

E olha que essa é só uma parte. Cena completa aqui

Como vocês devem imaginar, tia Vê Roth foi aceita nesse grupo seleto em que estão ninguém menos que George Martin, JK e Suzanne Collins e, para valiar, elevou ao reino dos céus muitos de seus personagens (aliás, ela é tão legal que fez isso desde o primeiro livro.) No caso específico de Convergente, tenho que dizer que o que predomina é uma relação de amor e ódio com a autora em relação as mortes. Ao mesmo tempo que há uma pontinha de raiva, sei que ela seria incoerente se aquilo não houvesse acontecido. Resta aos leitores entrarem em choque e se emocionarem com a cena. A autora foi MUITO ousada em fazer o que fez. E deixo aqui minha salva de palmas por esse feito. 


Outro problema do livro foi a revisão. Muito erro bobo que a gente não espera encontrar em um livro como Convergente, ainda mais vindo da editora que publica. Não estou falando de apenas um errinho não, foi um número significativo. Espero que isso mude nas próximas edições!

Bom, no mais, acho que falei tudo que eu precisava falar. Pensei muito se dava três ou duas estrelas. Mas julgando de forma isolada o livro, ele merece duas estrelas. Já para a série como um todo, eu daria quatro.




# Especial Divergente // Disputa de fandoms

Oi, gente, tudo bem?

Quem ai tá ansioso pra assistir Divergente? Bom, eu já comprei meu ingresso, já deixei tudo preparado para a estreia. Mas, nada melhor que fazermos um especial aqui no blog. Quem sabe assim essa tensão não diminui, né? huahuahua. De hoje até domingo teremos quiz, personagem da vez, tag, resenhas do livro e do filme e muitas outras coisas muito legais que preparei para vocês. 

Hoje, para começar, temos o Papo Literário especial. Já que estamos falando de um super fenômeno literário, que tal falarmos um pouco sobre as famosas rixas de fandoms? Todo mundo sabe que essas briguinhas existem bastante. Normalmente a saga preterida da galera é Crepúsculo, que constantemente é alvo dos fandoms de outras séries vampirescas. 





Mas antes de tudo, vamos explicar o que é fandom. Essa é a definição de um grupo de determinados fãs e, normalmente recebem um nome específico. Exemplo: eu sou Potterhead, ou seja, sou fã de Harry Potter. Também sou tributo, ou seja, fã de Jogos Vorazes. Mas esses fandoms não se restringem aos livros, eles também se estendem a séries de TV, cantores, bandas... tem os lovatics, beliebers, seleators (haters da Selena Gomes)

Voltando ao mundo literário, se engana quem acha que fazer parte de um fandom é simplesmente simpatizar com aquele livro. Nestes casos, "o buraco é mais embaixo". Qualquer um pode se dizer membro de um fandom, mas, basta você escorregar em um detalhezinho que será massacrado com o terrível xingamento de "poser"os fandoms são geralmente formados por  aqueles que sabem MUITO sobre determinada saga. Pode apostar que eles já leram e releram os livros mil vezes, já assistiram os filmes e decoraram as falas e sabem tudo sobre a vida dos atores. Claro, que não dá para saber exatamente tudo, mas pouca coisa escapa da visão raio X dessas pessoas.

Graças a tanta dedicação, vira e mexe há uma polêmica envolvendo sagas. Alguns, por exemplo, falam que Divergente é cópia de Jogos Vorazes. Muitos fãs de Harry Potter adoram falar mal de Crepúsculo? Mas porque? Pra que isso, né, gente? A discussão sempre gira acerca de quem arrecadou mais no cinema, quem ganhou mais prêmio, quem vendeu mais livro.

Tá certo que cada um tem a sua opinião mas o respeito é essencial. Não curto Crepúsculo, mas não dá pra negar o sucesso que a saga fez. Harry Potter tem um dos maiores e mais fieis fandoms de todos. E Divergente também chegou com força total e arrebatou milhares de fãs. Também não podemos negar que essa é a saga do momento e, com certeza irá conquistar mais fãs ainda depois do filme. E vamo parar de achar que a Shay linda quer ficar imitando a Jen Lawrence, porque, né? Olha a carinha da diva pra quem pensa isso =P



Bom, já que o papo é sobre Divergente, que tal um teste sobre qual facção você pertence? Peguei esse teste no blog da Deia, o Own Mine. A tradução foi feita por ela e repasso aqui para vocês.

1. Você quer que seus amigos e sua família te vejam como alguém que:
a) Se disponha a fazer sacrifícios e ajude qualquer um que precisa.
b) Todo mundo goste.
c) É confiável.
d) Protegerá eles independente do que acontecer.
e) Oferece conselhos sábios.

2. Quando você enfrenta algum problema, sua reação é:
a) fazer o que for melhor para o maior número de pessoas.
b) criar um trabalho de arte que expresse seus sentimentos sobre a situação.
c) debater o problema com seus amigos.
d) enfrentá-lo. O que mais você faria?
e) fazer uma lista dos prós e dos contras e, então, escolher a opção que pareça melhor

3. Que atividade você se encontra fazendo nos fins de semana ou em algum dia livre?
a) Voluntariado.
b) Pintura, dança ou escrita de poesias.
c) Dividir opiniões com seus amigos
d) Escalar rochas ou pular de paraquedas
e) Entrar em dia com os estudos ou ler por prazer.

4. Se você tivesse que escolher uma das opções abaixo como profissão, qual escolheria?
a) Humanitário.
b) Fazendeiro
c) Juiz
d) Bombeiro
e) Cientista

5. Ao escolher sua roupa para o dia, você escolhe:
a) Qualquer coisa que não atraia atenção.
b) Alguma coisa confortável, mas que seja interessante.
c) Alguma coisa simples, mas que expresse sua personalidade.
d) Qualquer coisa que atraia muita atenção
e) Alguma coisa que não distraia ou iniba você do que tem que fazer durante o dia.

6. Se você descobrisse que o namorado(a) de um(a) amiga(o) está sendo infiel, você:
a) Contaria para seu amigo, pois sentiria que não seria saudável a continuidade de um relacionamento em que um comportamento egoísta está presente.
b) Sentaria com ambos para agir como mediador enquanto eles conversam.
c) Contaria para seu amigo o mais rápido possível. Você não conseguiria guardar esse segredo.
d) Confrontaria o traidor! Você poderia também fazer coisas como jogar ovos em sua casa - tudo para proteger seu amigo, claro.
e) Guardaria isso para você mesmo. Estatísticas comprovam que seu amigo descobrirá eventualmente.

7. Qual sua prioridade na vida neste momento?
a) Servir as pessoas a sua volta.
b) Encontrar paz e felicidade para você mesmo.
c) Encontrar a verdade em todas as coisas.
d) Desenvolver sua força e seu caráter.
e) Ser bem sucedido na escola ou no trabalho.











Mais Respostas A
ABNEGAÇÃO

Você não gosta de chamar muita atenção para si mesmo, e está mais preocupado quanto à satisfação das outras pessoas do que do seu próprio. Você encontra alegria e realização em fazer com que os outros fiquem felizes, seguros e saudáveis. Você acredita que o mundo seria melhor em um lugar em que o egoísmo não fosse tão difundido. As outras pessoas te veem como alguém que é difícil de conhecer, mas também é quieto e bom.






Mais Respostas B
AMIZADE

Você está em paz quando as pessoas em volta se dão bem. Você gosta de música e artes, e é fácil te fazer sorrir. Um de seus objetivos é encontrar o tanto de felicidade quanto possível. Você acredita que agressões e hostilidade são os culpados pela maior parte dos problemas do mundo. Os outros te veem como indeciso, mas também calma e animado.






Mais Respostas C
FRANQUEZA

Você é honesto com todos, independente de quão difícil isso possa ser e não importando em quais problemas isso pode te levar. Você não se ofende facilmente, e preferiria ouvir a verdade, mesmo que ela machuque. Você acredita que se todos fossem honestos e franco , o mundo seria muito melhor. As outras pessoas te veem como insensitivo, mas confiável e confiante.





Mais respostas D
AUDÁCIA

Você ama uma dose de adrenalina e não deixa que os outros ditem seu comportamento. Você faz o que acredita ser certo, independente da dificuldade ou de quão assustador seja. Você acredita que o mundo seria melhor se as pessoas não estivessem com medo de fazer o que é necessário para que as coisas deem certo. Os outros te veem como abrasivo, mas também forte e corajoso.






Mais respostas E
ERUDIÇÃO

Você adora aprender coisas novas e tenta entender como tudo funciona. Você tende a tomar decisões baseadas na lógica, ao invés do instinto ou das emoções. Você acredita que o mundo seria melhor se todos fossem bem educados e devotados a aprender. As outras pessoas te veem como condescendente, mas também inteligente e perspicaz.



Bom, meu teste deu um empate sinistro entre Erudição, Franqueza e Amizade. HUAHUAHAU Nesse caso, acho que sou Divergente =P

# Resenha 59 // Anjos à Mesa

Oi, gente linda e cheia do espírito de Natal, tudo bem com vocês?

Hoje é uma ocasião especial (e não, não é o meu aniversário), mas eu e Monique preparamos um especial de Natal todinho para vocês! Na verdade, é um especial de final de ano uma vez que ele não termina no Natal, mas irá até o dia 31. Espero que vocês aproveitem e consigam acompanhar. De hoje até a próxima terça-feira, teremos retrospectiva, resenhas de livros natalinos, bate-papo especial, entrevista etc.

Mas primeiro... para que esse seja um especial, é necessário um banner de especial feito no PAINT por miiiiim!

TCHARAM

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(não reparem o excesso de 'tosquisse'). Agora sim, vamos a resenha:

Título: Anjos a Mesa // Angels at the Table
Autor: Debbie Macomber 
Editora: Novo Conceito 
Páginas: 224

Sinopse: Shirley, Goodness e Mercy sabem que o trabalho de um anjo é interminável — especialmente na véspera do Ano-novo. Ao lado de seu novo aprendiz, o anjo Will, elas se preparam para entrar em ação na festa de fim de ano da Times Square. Quando Will identifica dois solitários no meio da multidão, ele decide que a meia-noite será o momento perfeito para dar aquele empurrãozinho divino de que eles precisam para acabar com a solidão. Então, por “acidente”, Lucie Ferrara e Aren Fairchild esbarram-se no meio da alegria da festa, mas, assim como se aproximam, acabam se perdendo: um encontro marcado que não acontece os afasta pelo resto da vida. Ou será que não? Um ano depois, Lucie é a chef de um novo e aclamado restaurante, e Aren é um colunista de sucesso em um grande jornal de Nova York. Durante todo o ano que passou, os dois não se esqueceram daquela noite. Shirley, Goodness, Mercy e Will também não se esqueceram do casal... Para uni-los novamente, os anjos vão usar uma receita antiga e certeira: amor verdadeiro mais uma segunda chance (e uma boa dose de confusão), para criar um inesquecível milagre de Natal.


O livro conta a história de três anjos (Shirley, Goodness e Mercy) e seu aprendiz (Will) que tem por missão ajudar (mas nunca interferir) no destino dos humanos. Como anjos, existem algumas regras que eles não podem quebrar e, entre elas, está se misturar aos humanos ou vir à Terra sem que seja necessário. Em uma véspera de Ano Novo, os quatro ignoram essas regras e resolvem passar a virada do ano na Times Square, tomando o devido cuidado de não se aproximar muito. Porém, Will avista dois humanos, Lucie e Aren, que estão meio solitários no meio da multidão festeira. O anjo, então, resolve dar uma "ajudinha" para que eles se conheçam e aí é dada a confusão.

Talvez explicando, assim, o início da história não dê para vocês visualizarem a profundidade dela. Mais uma vez, assim como aconteceu com "O Gato Bob" (lá tô eu citando esse livro de novo), minha missão é tentar fazer com que vocês queiram ler "Anjos a Mesa" porque, sim, ele é sensacional. 

Pode ter sido culpa do tal do "espírito do Natal", mas esse livro é tão suave e ao mesmo tempo tão complexo que fica difícil de explicar, só lendo. Suave porque é um romance com uma pitada da ajuda divina (ou angelical) aqui e ali, que acontece bem na época do Natal. Complexo porque o romance é "real", palpável. Os encontros e desencontros do livro podem acontecer com qualquer um de nós e, por mais que o livro dê um ar meio tragicômico, a gente sabe que, na prática, um relacionamento a dois é bem complicado: egoismo, orgulho, disputa de ego, tudo isso ( abordado no livro com maestria ), faz com que nos fechemos em uma bolha.

- Os humanos de lá são tão teimosos quanto os daqui?
- Ah, sim, os humanos são iguais em qualquer lugar.

A mensagem de "Anjos a Mesa" é muito bonita. Já tinha lido Pousada Rose Harbor da mesma autora e é possível notar algumas similaridades na escrita e nos temas abordados (com a exceção de que eu não curti tanto assim o "Pousada"). A questão da fé e da espiritualidade voltam em "Anjos a Mesa". E é tudo tão lindo, sem que haja nenhuma apelação ou pregação religiosa. É bonito imaginar que através da oração alcançamos o Céu e que temos intercessores lá em cima.

- Nós ouvimos as orações dos humanos? - indagou Will
- Ah, não - Shirley explicou - Apenas Deus ouve as orações deles, daí Ele fala sobre os assuntos com Gabriel e depois...
- Depois Gabriel repassa os pedidos para nós.
- E nós ajudamos a responder-lhes.

Vi muita gente falando que o livro é clichê. Sinceramente, não entendi a crítica porque senti totalmente o contrário. Em meio a tantos livros de anjos caídos onde eles são retratados como seres estupidamente perfeitos que chega a doer e que acabam se apaixonando pelas mocinhas, o livro de Debbie trás a visão "original" do que são os anjos, de uma forma engraçada e descontraída. Clichê é fazer livros de anjos caídos... mas, enfim....

Ainda que narrado em terceira pessoa, os capítulos dos livros são intercalados. Ora vemos o que acontece com Lucie e Aren, ora com os anjos. A escrita é tão simples que, às vezes, parece que o livro é um diário que está dialogando com o leitor.

Morri de rir sozinha com o livro e me senti totalmente envolvida. Gostei muito dos personagens, via muito de mim na Lucy e no Will. A mãe de Lucy era é uma mala intrometida, mas eu relevei esse fato em nome da perfeição do livro. A história é realmente linda e merece ser lida. Ela dá todo um sabor especial nessa época de final de ano.

- Certo - concordou. -, mas saiba que... talvez eu não apareça. Odeio pensar em você ali me esperando naquele frio.
- Então não me deixe esperando.

Devo destacar também o trabalho da Novo Conceito. O livro tem uma diagramação LINDA no rodapé e no topo das páginas. A proteção na capa da edição limitada é o que há de fofo também.



Um detalhe é que esse livro faz parte da série Angels Everywhere que é  composta por 7 livros e "Anjos à Mesa" é o último (os anteriores não foram lançados aqui ainda).




Série Angels Everywhere
A Season of Angels (Angels Everywhere #1) 
The Trouble with Angels (Angels Everywhere #2) 
Touched by Angels (Angels Everywhere #3) 
Shirley, Goodness and Mercy (Angels Everywhere #4) 
Those Christmas Angels (Angels Everywhere #5) 
Where Angels Go (Angels Everywhere #6)
Anjos à Mesa (Angels Everywhere #7) 

É isso, galera. Beijos a todos!!!


# Especial Jogos Vorazes // Resenha do filme

Oiee, gente, tudo bem?

Vamos finalizar o especial Jogos Vorazes?? Meu namorado tinha sugerido a resenha do filme para finalizar a semana de especial e minha resposta foi "ah, fala sério, não seu fazer isso, não tem nada a ver". Mas como eu sou a contradição ambulante, mudei de ideia e acho que eu PRECISO falar sobre o filme para vocês, mesmo que não seja como uma resenha, porque não entendo nada de técnicas cinematográficas, cortes, luzes, etc, mas pelo menos preciso dizer as minhas impressões como fã da saga! Anyway, comecemos!

O filme começa exatamente como o livro, com a Katniss tentando ignorar que é uma campeã dos jogos e tentando, na medida do possível levar a sua vida como antes. É fácil? Bom, nem tanto. Algumas coisas mudaram e, por mais que ela não tenha a noção da proporção que sua imagem significa, a fagulha de uma "inquietação" nos distritos já foi acesa.

Tenho que dizer que desde o inicio achei Em Chamas superior a Jogos Vorazes no quesito tecnologia e hoje vendo Jogos Vorazes na TV tive a total certeza desse grande avanço na franquia. Claro que isso até já era esperado, uma vez que o primeiro filme foi sucesso absoluto, obviamente que o segundo iria gerar ainda mais recursos e patrocínios. Os figurinos são ainda mais pomposos e os efeitos especiais super reais. 

Além disto, é inegável que a adaptação foi muito fiel ao livro. O roteiro tem diálogos dos livros e é incrível quando isso acontece. Do início ao fim diversas citações foram as mesmas! Poucas cenas foram modificadas de forma que ficassem diferentes do que o livro propunha. THANKS GOD. Gostei das locações, foi como se tudo aquilo que eu imaginava realmente tomasse forma, sabe? O que me surpreendeu muito foi a arena. A coisa era tão complexa e tão cheia de detalhes e perigos mas ficou perfeitamente representada no cinema. O filme tem menos mortes que o primeiro, mas trabalha muito o seu psicológico e o psicológico da Katniss.

Tenho que destacar também os atores. Que a Jen rouba a cena isso todos nós sabemos, mas aqui destaco também  Josh (Peeta) que no primeiro filme, apesar de ter tido um pouco mais de espaço ficou meio marromenos, no segundo se mostrou bem mais seguro, cresceu bastante (na interpretação pq em tamanho ele continua um anão) mas duas pessoas foram fantásticas são elas: Jena Malone (Johanna) e Donald Sutherland (Presidente Snow).  

Na minha humilde opinião a Jena foi a melhor escolha possível. Ela deu vida a uma Johanna intensa, irreverente, e sarcástica. E Donald encarna um presidente capaz de gerar ódio até mesmo em uma formiga. Não tem como não ter raiva dele. Gostei bastante da Amanda Pulmmer como Wiress. Ela fez uma personagem bem convincente no quesito perturbada. Me convenceu totalmente.



Agora, como pontos negativos eu destacaria, do menos importante para o mais importante. A Mags (Lynn Cohen) não é MUDA, né, galera, Pusera aquela velhinha pra atuar, ela aparece em várias cenas com a Katniss e só a Katniss fala, ela só balança a cabeça. Vergonha alheia. Ela aparece, sei lá, em sete cenas e só fala 3 palavras, todas monossilabas. Ninguém merece.

Outra coisa. Teve a cena da dança da Katniss com o Plutarch, eles conversam e tal, mas ele não mostra a droga do relógio do tordo. Isso muda alguma coisa? Okay, do jeito que foi feito não alterou em nada na história, mas TEVE A CENA. Porque não deixar o cara levantar a manga e ver a hora no relógio de tordo? Isso iria deixar os expectadores com a pulga atrás da orelha como deixou todo mundo que leu o livro: "ué, o cara é idealizador dos Jogos Vorazes e tem um relógio de tordo, que representa a revolução?"

Por fim, aquela cena que PRECISAVA ACONTECER mas não aconteceu e eu achei que o final ficou jogado por causa disso. ATENÇÃO COM OS SPOILERS Precisava ter a cena das mulheres na floresta que estavam fugindo para o 13. Precisava ter aquele rumor de que o distrito ainda existia.  O final ficou tipo "oi? Eles estão indo para um distrito que nem existe?" Precisava daquela cena, ficou jogado demais. Era uma cena longa? Sim. Iria precisar de mais atores, sim! Mas po, colocaram até a neta do Snow neste filme porque não colocar as duas fugidas na cabana? Esse foi o único ponto que eu achei que deixou a desejar no filme. Merecia ter este espaço.

Bom, acho que é isso, gente. =) Finalizamos assim o nosso especial Jogos Vorazes, espero que tenham gostado!!! 


# Especial Jogos Vorazes // A Sociedade do Espetáculo

Oiee, gente, tudo bem?

E é chegado o grande dia. O dia da estreia do filme ieeeeiii \o/ Bom, pra mim o grande dia será amanhã, sábado, quando irei finalmente assistir Em Chamas, mas enfim... Quem olha para o título deste post pode ficar meio "what?" Mas garanto a vocês que Jogos Vorazes trata de uma grande Sociedade do Espetáculo.

Nos comentários ao longo deste especial, vi muita gente falando que ainda não tinha lido o livro e outras falando que não tem interesse na trilogia. Acreditem, eu também não tinha o menor interesse em ler Jogos Vorazes achando que a saga iria substituir Harry Potter no meu <3, mas não tem nada disso. 

Apesar de ser uma série classificada como infanto juvenil, acho que Jogos Vorazes vai um pouco mais além, com criticas realmente pesadas em suas páginas. Não que isso seja ruim, obviamente. Os Jogos Vorazes nada mais são que um reality show distópico onde os competidos são manipulados, arrastam legiões de fãs por todo o país, no caso, Panem e precisam arranjar aliados para sobreviver (até certo ponto)

A saga nos faz recordar nossas aulas de história, quando aprendemos sobre Roma antiga e das lutas que aconteciam no Coliseu. Na arena, guerreiros preparados para matar e na platéia, um publico sedento pelo espetáculo. O nome disto (momento Raquel professora de português) é catarse, uma especie de purificação da alma provocada pela vontade de ver o drama alheio (por mais estranho que isso possa parecer)

É exatamente para isto que Suzanne Collins  quer chamar a atenção dos joven:s para sua forma de viver atual, em uma sociedade espetacularizada e em crescente degradação da natureza e dos costumes. Agora vocês podem dizer: "ah, mas eu não sou assim". Mas aposto que todo mundo já viu ou vê, algum tipo de realily show, seja Big Brother, seja American Next Top Model, seja The Voice. A sociedade do espetáculo está ai.

O reality show de Jogos Vorazes também funciona como uma forma de controle social, mostra aos distritos que a Capital tem o controle pela população, uma vez que anualmente 12 crianças ou jovens são selecionados para duelarem na arena, ao mesmo tempo dá-lhes algo pelo que torcer para entorpecer-lhes a indignação. Jogos Vorazes mostra a alienação e chama a atenção para a chama atenção para a degeneração da cultura. 

Para quem gosta de interpretar o que está além de meras páginas, vocês precisam ler Jogos Vorazes! =D

# Especial Jogos Vorazes // Quotes

Oiee, gente, tudo bem?

Parem tudo porque é AMANHÃÃÃÃ *-*. Amanhã é a grande estreia de Em Chamas *-* E pra dar continuidade ao nosso especial (espero que estejam curtindo), hoje é dia de quote.

Selecionei alguns de Jogos Vorazes, outros de Em Chamas, vamos lá?

"Não é necessário. Meus pesadelos normalmente têm a ver com perder você. Eu fico legal logo que percebo que você está aqui."

"Peeta me coloca na cama e me dá boa noite, mas pego a sua mão e não o deixo sair, não quero que ele vá embora. Na realidade, quero que ele se deite na cama comigo, que esteja ao meu lado quando os pesadelos chegarem."

"As fagulhas se acendem, as chamas se espalham e a capital quer vingança."



"Que a sorte esteja sempre a seu favor."


"Bem, é melhor você aprender rápido. Você tem tanto charme quanto uma lesma morta." 


“Meu pai cantava, todos os pássaros na área caiam no silêncio e escutavam. Sua voz era tão bonita, alta e clara e tão cheia de vida que fazia você querer rir e chorar ao mesmo tempo.”

"Ela não faz ideia. Do efeito que ela pode ter."


# Especial Jogos Vorazes // Tag

IEEEIIII,

Vamos continuar com o nosso especial sobre Jogos Vorazes, tá quase chegando sexta-feira galeraaa. Mas eu só vou ver no sábado, então, sem spoilers do filme até lá, por favor! =D Bom, não basta a blogueira aqui pagar micos através de videos, desta vez resolvi gravar um vídeo em conjunto com o meu namorado.

Nada mais justo que ele contribuir de alguma forma para este especial, uma vez que foi ele que me incentivou (para não dizer, me perturbou ad infinitum para dar uma chance à saga. Não reparem na falta de presença de câmera do Bruno, não são todos que tem o mesmo talento que eu. HUAHUAHUAHUA E não reparem os tremeliques dele. Não troco minha pilha de livros para fazer altura na câmera por nada. Tô brincando. 

A tag foi indicada pelo querido Theo do blog Mania de Leitor há um tempinho e, finalmente, está no aaaaarrr =D Basicamente diremos as nossas preferências de personagens, distritos, etc.

P.s Ignorem que eu chamei A Effie de O Effie.


# Especial Jogos Vorazes // Novos Personagens

Oiee, gente, tudo bem?

Comigo tá tudo certinho. Vamos dar continuidade ao nosso especial Jogos Vorazes? Agora só faltam 3 dias para a estreia *-* Alguém ansioso? Após ter apresentado a vocês os 12 distritos de Panem, que tal conhecer alguns dos novos rostinhos bonitos que aparecerão no novo filme? Claro que a maioria do elenco se mantém a segunda etapa da franquia, mas vem sangue fresco por aí. E alguns personagens são bem importantes ;)


Johanna Mason (Jena Malone) Vinda do distrito 7, Johanna é uma das novas personagens de Em Chamas. Ela já venceu um dos Jogos Vorazes onde sua tática era fingir-se de fraca para não ser o alvo de ninguém. No livro Katniss descreve Johanna como uma pessoa que tem "uma incrível capacidade para matar". Todos os seus familiares foram mortos pelo presidente Snow. 





Finnick Odair (Sam Claflin) O queridinho de todas, Finnick também foi um vencedor dos Jogos Vorazes quando tinha apenas 14 anos. Ele é conhecido pela sua beleza e pelo seu ar de conquistador.





Beetee (Jeffrey Wright) Nascido no distrito 3, local conhecido pela tecnologia, Beetee, além de ganhador dos Jogos Vorazes também foi mentor. Através de seus conhecidos sobre tecnologia, ele conseguiu montar um super invento que matou os demais tributos e o consagrou campeão nos Jogos Vorazes em que participou. Provavelmente por isso seu apelido é "Faísca"






Plutarch Heavensbee (Philip Seymour Hoffman). Plutarch já apareceu no primeiro filme/ livro de Jogos Vorazes, mas é em Em Chamas que ele começa a ganhar destaque, o que continua em Esperança. Vocês devem se lembrar dele. Plutarch aparece na cena em que a Katniss acerta uma flecha em direção aos idealizadores dos Jogos Vorazes, uma vez que eles a ignoravam.  Após a morte do chefe dos idealizadores dos Jogos Vorazes, Plutarch assume o seu lugar para montar a arena da 75ª edição dos jogos.



Wiress (Amanda Plummer ) Ela também é vencedora de uma edição dos Jogos Vorazes. Foi carinhosamente apelidada de "Pancada" ou "Nuts", na versão original. Seu estado mental não é dos melhores, mas ainda assim ela faz um incrível descoberta neste livro/ filme. Fiquem de olho nela.


Enobaria (Meta Golding) Carrerista casca grossa. Ela se voluntariou nos Jogos Vorazes em que participou e, obviamente, venceu. Ou seja, ela é tipo a crazy bitch. Ela matou os demais tributos rasgando suas gargantas (eu disse que ela era casca grossa) Após esta vitória, ela alterou seus dentes de forma que eles formassem presas.