Amsterdã, uma surpresa na Europa

Oi pessoal, tudo bem?

Tem tempo que não falo de viagem por aqui. Vocês já foram a Amsterdã? Já pensaram em visitar a cidade? Porque, sinceramente, eu nunca tinha pensado, e ela só apareceu no meu roteiro porque era lá a chegada mais barata na Europa. No fim, a cidade me surpreendeu e muito! Listei aqui alguns lugares essenciais para visitar na cidade. Entre, eles, claro, a indispensável Casa de Anne Frank que, com certeza, vai ser um dos lugares mais emocionantes que você irá conhecer na vida.

Chegamos na cidade e nos hospedamos bem perto da praça dos museus. Para mim, o lugar foi o ideal. Nosso hotel foi o Aalders: limpo, muito bem localizado, confortável e numa rua super tranquila. O fato dele ser tão pertinho da praça dos museus ajudou na missão de tirar uma foto no famosíssimo I amsterdam. As letras mais parecem um formigueiro de gente. Mas, se você quer uma foto só sua, temos duas opções: procurar os outros letreiros que se espalham pela cidade (sim, existem outros dois itinerantes, mas você tem que ficar de olho para descobrir onde eles estão), ou basta acordar cedo e ir lá. Fomos 7: 30 da manhã e foi super tranquilo. Tinham outras três pessoas mas nos revesamos super na boa para tirar nossas fotos. Aproveitamos e comemos nas barraquinhas que ficam no entorno da praça. Aliás, não dá para ir para Amsterdã e não comer um stroopwafel feito na hora. Ele é uma especie de Wafflel, mais fino e mais crocante, recheado com caramelo. Nas feiras de rua você ainda consegue colocar toppens: chocolate, m&ms, etc.



Já que acordamos cedo, ficamos na fila para o Museu do Van Gogh. Sim, tem fila desde cedo e os ingressos esgotam que é uma beleza. Ele funciona todos os dias a partir das 9h e o ingresso custa 18 euros. Reserve pelo menos umas 2 horas para o museu. As obras do pintor são lindas e merecem ser admiradas com calma. 

De lá, fomos para uma feira de rua chamada Albert Cuyp Market: É lá que você vai encontrar lembrancinhas, gorros, luvas, cachecóis, e, claro, comidas tipicas, como mais stroopwafel. A feira é enorme. Para chegar lá pegamos um tran, que são os famosos "bondinhos" de Amsterdã. Eles são super funcionais e pontuais. Não deixa de ser uma característica de Amsterdã e um "passeio turístico". Não andamos de bike, que aliás é outra coisa que tem muito por lá (Bruno não sabe andar), fizemos tudo de tran. 

Vocês não podem deixar de terminar o dia no Adam Lookout. É o maior prédio de Amsterdã e no topo dele tem o balanço mais alto da Europa. Que tal se balançar com a cidade inteira aos seus pés? Prepare-se pro frio e para a fila. Para chegar lá tem uma balsa gratuita na estação central. E existem alguns combos que dão direito a entrada no prédio. Você pode juntar com a Fábrica da Heineken, por exemplo. Mas como fomos no fim da tarde, acabamos comprando o combo que dava direito a dois drinks. 

Andar no balanço em si é pago, você paga para entrar no prédio como um rooftop. Mas o balanço é "barato" (máxima do quem converte não se diverte) e você paga a mais 3 euros. A sensação é incrível. Pegamos exatamente o pôr do sol de inverno de Amsterdã. O metal do balanço estava um gelo, mas foi maravilhoso. Se vocês quiserem uma experiência diferente, não deixem de fazer esse passeio.


E por falar na Heineken, cerveja cuja sede está em Amsterdã, o tour de lá é bem bacana, mas costuma fechar cedo, então fica ligado. Normalmente fecha 17:30. 

Para você que gosta de literatura, Amsterdã também foi feito para você. Eu não pude deixar de conferir o banquinho de ACEDE que, sim, é apenas um banco como vários outros idênticos na beira dos canais de Amsterdã, mas foi ali que o Ansel e a Shailene sentaram. Hoje em dia o banco é cheio de declarações de amor e cadeados de namorados. Tirei minha foto que ficou quaaaaaase parecida com a do filme e seguimos viagem. 


Aliás, o legal de Amsterdã é justamente andar por aí sem rumo, com calma, observar os canais (faça um passeio pelos canais! É bem bacana. O condutor é o guia e vai te contando várias curiosidades da cidade, principalmente que envolvem o período da Segunda Guerra). 

Foi saindo desse passeio de barco que descemos em frente a casa de Anne Frank. Se você pretende (e precisa!) ir lá, deve comprar antecipadamente pela internet para evitar dor de cabeça.


A casa funcionava também o trabalho de Otto Frank, pai de Anne e por algum tempo foi o local onde a família e mais quatro judeus se esconderam. Das oito pessoas, apenas Otto sobreviveu A casa é um dos museus mais visitados de Amsterdã. São milhões de visitantes por ano que mantém viva a memória de Anne. O audio-guia do museu é super explicativo. Tem em português também. Você passeia por cada cômodo da casa até chegar ao anexo.O que mais me chamou a atenção no museu foi justamente o silêncio e o respeito das pessoas. Ninguém fala nada é um momento de muita reflexão. Não dá nem para descrever a experiência que tive ali, principalmente quando cheguei ao anexo. É como se você tivesse ainda mais próximo daquilo tudo que aprendeu nas aulas de História. E por mais que você saiba que tudo aquilo aconteceu de verdade, só quem passou pela Segunda Guerra e, de fato, viveu os horrores desse período, sabe o quanto é doloroso. Consegui sentir mais que o 1% de dor que sentimos ao ler os livros. 

E aí, curtiram as dicas? Já foram para Amsterdã? 


4 comentários:

  1. Eu amo viagem, meu maior prazer e eu sempre volto para casa energizada. Tenho separado um dinheirinho extra para viagens internacionais e Amsterdã é simplesmente lindo. Já li os dois livros que você citou e me acabei de chorar nos dois.
    As fotos de vocês ficaram maravilhosas, você pediu para alguém na rua tirar??

    Blog Covil Dourado

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    1. Amsterdam é incrível demais! Também volto pra casa energizada. Cansada, mas energizada hahaha. Sobre as fotos, fizemos uma viagem em família, então sempre tinha alguém para fotografar hahaha

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  2. Olá

    Que incrível parece ser Amsterdã, eu tenho muita vontade de conhecer desde os 10 anos (quando vi aquela novela Paginas da Vida hahaha). Adorei a dica de acordar cedo pra tirar foto no nome da cidade e eu não sabia desse museu do Van Gogh, só o da Anne Frank, que realmente parece ser incrível. Ótimo post!

    Abração!

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    Respostas
    1. O museu é super bacana e a Casa de Anne Frank é muito emocionante! Vale a pena visitar os dois! Amsterdam é linda. Já se tornou uma das minhas cidades preferidas

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