Resenha 389 | O Martelo de Thor

E aí, pessoal! Quanto tempo haha

Hoje vim compartilhar com vocês o que achei do segundo livro da série Magnus Chase e os Deuses de Asgard, série do Rick Riordan que aborda a mitologia nórdica!

Título: O Martelo de Thor (The Hammer of Thor)
Autora: Rick Riordan
Páginas: 400
Editora: Intrínseca
Livro cedido em parceria com a editora

// PODE CONTER SPOILER DO PRIMEIRO LIVRO //



Sinopse: Em A Espada do Verão, primeiro livro da série, os leitores são apresentados a Magnus Chase, um herói boa-pinta que é a cara do astro de rock Kurt Cobain. Morador de rua, sua vida muda completamente quando ele é morto por um gigante do fogo. Por sorte, na mitologia nórdica os heróis mortos vão parar em Valhala, o paraíso pós-vida dos guerreiros vikings. Lá, Magnus descobre que é filho de Frey, o deus do verão, da fertilidade e da medicina. Desde então, seis semanas se passaram, e nesse meio-tempo o garoto começou a se acostumar ao dia a dia no Hotel Valhala. Quer dizer, pelo menos o máximo que um ex-morador de rua e ex-mortal poderia se acostumar. Magnus não é tão popular quanto os filhos dos deuses da guerra, como Thor e Tyr, mas fez bons amigos e está treinando para o dia do Juízo Final com os soldados de Odin — tudo segue na mais completa paz sanguinolenta do mundo viking. Mas Magnus deveria imaginar que não seria assim por muito tempo. O martelo de Thor ainda está desaparecido. E os inimigos do deus do trovão farão de tudo para aproveitar esse momento de fraqueza e invadir o mundo humano.

Tudo que Magnus queria era um tempo "em paz"; não fazia muito tempo, ele entrara numa aventura para impedir que o lobo Fenrir se libertasse e iniciasse o Ragnarok! Mas ser um einherjar, um soldado imortal treinado para lutar no fim dos tempos, e filho do deus Frey, é significado de encrenca!

E o problema não demora a aparecer: o martelo de Thor sumiu mais uma vez! Esperava-se que ele logo aparecia, como das outras vezes que o deus o perdeu, mas o martelo se recusa a aparecer e Thor, além de se desesperar em busca dele, não pode deixar que essa informação se torne pública; o medo do martelo é a única coisa que impede os gigantes de invadirem Midgard... Imagine o que aconteceria se eles soubessem que ele sumiu!

E para piorar tudo, Loki tem informações sobre o paradeiro do martelo e fez até um acordo para recuperá-lo, mas precisará de Magnus e seus amigos para isso... Então, juntos, eles precisarão correr contra o tempo para cumprir o acordo na data específica... Mas, desde quando pode-se confiar em Loki? A aventura na qual eles entram pode ser mais perigosa e surpreendente do que imaginam.

O Martelo de Thor é o segundo volume da trilogia Magnus Chase E Os Deuses de Asgard, que me conquistou no primeiro livro. Eu já era apaixonado pelos livros do Rick desde Percy Jackson, mas ele me surpreendeu muito com Magnus; mais uma vez, ele traz uma gama repleta de personagens carismáticos, além de uma trama super divertida e cheia de referências da cultura pop! Eu me divirto horrores lendo esses livros e fico encantado por falarem sobre a mitologia nórdica, que é pouquíssimo trabalhada na literatura.

Esse segundo livro consegue ser tão bom e divertido quanto o primeiro, apesar de eu ainda preferir A Espada do Verão. Em O Martelo de Thor, os personagens que já conhecemos nos conquistam ainda mais com sua carisma e personalidades divertidas, ao mesmo tempo que o tio Rick adiciona novos personagens tão bom quantos. Magnus é um dos meus personagens preferidos da vida e Alex, personagem novx, me conquistou de uma forma absurda!

Eu fico incrivelmente surpreso com a criatividade que o Rick emprega em seus livros; suas tramas são sempre cheias de revelações inesperadas, reviravoltas e super bem desenvolvidas, e não é diferente nesse livro. O livro é cheio de ação, aventura, mas também traz bastante informação sobre a mitologia nórdica e mescla isso com a realidade de forma que eu nunca conseguiria imaginar sozinho.

Mas o que eu mais gosto nos livros do Rick, e que em O Martelo de Thor se mostra ainda mais visível, é como ele consegue inserir a diversidade e os problemas sociais nos seus livros sem tornar isso o foco da história, que é como devia ser feito. Ele trata de sexualidade, identidade de gênero, condição social, deficiência, religião, preconceito... tudo num mesmo livro, e ainda assim consegue tornar ele uma aventura magnífica e divertida. 

Em suma, O Martelo de Thor é um intermediário da série; ele consegue manter o padrão da série, mas prepara o leitor pro desfecho, que está sendo lançado esse mês pela Intrínseca: O Navio dos Mortos. O livro é incrível, muito divertido e com uma leitura super fluída, que prende o leitor e o faz ficar desejando mais.

E nem comento nada do final... Tô nervoso só de pensar no terceiro livro!








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