Resenha 381 | Cem Anos de Solidão

Oi, pessoal, 

Gabriel García Márquez é um dos nomes mais clássicos da literatura. Colombiano, foi Nobel de Literatura e nos deixou com várias preciosidades publicadas. Quando terminei de ler "Cem Anos de Solidão" a Raquel me deu a difícil missão de contar para vocês sobre essa história. Espero ter feito bem. 

"Cem anos..." tem diversas capas lançadas no Brasil. Mas escolhi a que ilustra o livro que li. 

Título: Cem anos de solidão
Autor: Gabriel García Márquez
Páginas: 448
Editora: Record



Sinopse: Em Cem anos de solidão, Gabriel Garcia Márquez narra a incrível e triste história dos Buendía - a estirpe dos solitários para a qual não será dada uma segunda oportunidade sobre a terra. O livro também pode ser entendido como uma autêntica enciclopédia do imaginário.




José Arcadio Buendía, Úrsula, Melquíades Coronel Aureliano Buendía, José Arcadio, Pilar Ternera, Arcadio, Remédios, Amaranta, Rebeca, Aureliano José, José Arcadio Segundo, Aureliano Segundo, José Arcadio, Fernanda, Petra Cotes, Amaranta Úrsula, Meme e Aureliano Babilônia. Estes são apenas alguns dos personagens do grande livro (em tamanho e em importância) “Cem Anos de Solidão”, do Nobel em Literatura, o escritor e jornalista colombiano Gabriel García Márquez. E, não, não me equivoquei e repeti os nomes dos personagens sem querer. A família Buendía tinha o costume de dar nomes dos familiares aos seus descendentes. (Leitor, preste bastante atenção para não confundir os personagens!)

A história passa-se numa aldeia fictícia chamada Macondo. Esta comunidade foi fundada pela família Buendía, que deixou a região de Riohacha para se livrar do fantasma de Prudêncio Aguilar, assassinado por José Arcadio Buendía após uma briga. (essa foi só a primeira morte do livro).

Macondo era constantemente visitada por ciganos liderados pelo misterioso Melquíades, que traziam novidades que deixavam os habitantes da comunidade encantados, sobretudo José Arcadio Buendía. O fundador da cidade sempre se interessava pelos produtos trazidos pelos ciganos e era obcecado pela alquimia.

Úrsula era a esposa de José Arcadio Buendía. A interessante personagem era a matriarca da família, ela quem tomava as decisões da casa até a velhice, inclusive era quem batizava os herdeiros com nomes tão pouco originais. Úrsula viveu até mais de 100 anos e enterrou muita gente, sofreu, passou tempos em luto e seguiu em frente.

O casal José Arcadio Buendía e Úrsula tinha quatro filhos: o primogênito José Arcadio, que engravidou a empregada da casa, Pilar Ternera, fugiu com os ciganos e voltou anos depois irreconhecível de personalidade e aparência (tatuado da cabeça aos pés). O outro filho era Aureliano, mais tarde conhecido como Coronel Aureliano Buendía, um liberal que promoveu 32 revoluções políticas contra o governo conservador e perdeu todas. Teve 17 filhos com 17 mulheres diferentes. Escapou do pelotão de fuzilamento e, no fim, passou a fabricar peixinhos de ouro. Amaranta era a filha solteirona que se envolveu em alguns “quase” casos amorosos que sempre deram errado de alguma forma. Rebeca era a filha adotiva. Chegou pequena à casa dos Buendía, não se sabe de onde, trazendo os ossos dos pais. Mais tarde, trocou o noivo por José Arcadio para desespero da família, já que os dois tinham sido criados como irmãos.


Esse não era o primeiro caso na família de envolvimento entre parentes, já que Úrsula e José Arcadio Buendía eram primos. Nem o primeiro, nem o último. Filho de Aureliano com Pilar Ternera, Aureliano José, foi criado e se apaixonou pela tia Amaranta. Ela não se envolveu com medo de que os filhos nascessem com rabo de porco.

Outro a se apaixonar pela tia foi Aureliano Babilônia, filho de Meme, neto de Aureliano Segundo, bisneto de Arcadio, trineto de José Arcadio e tetraneto de José Arcardio Buendía e Úrsula (ufa, está conseguindo acompanhar?). A tia era Amaranta Úrsula, irmã do seu pai. Mas, ao contrário da outra Aramanta, a Úrsula cedeu aos encantos sem saber que era seu sobrinho.

Para quem lê a resenha e não leu o livro, pode parecer que é uma história incestuosa, violenta, pesada. Mas não. Tem horas que você até se choca com alguns acontecimentos, sobretudo com alguns assassinatos e com casais que se existissem na vida real seriam caso de ojeriza. Mas, na literatura tudo está perdoado.

Ao todo, o livro mostra sete gerações dos Buendía. A família é cercada de tragédias e a história vai se repetindo várias vezes de forma distinta e com personagens diferentes, mas muito parecidos e com nomes iguais. No final, é concretizada uma maldição. Mas você terá que ler o livro para descobrir do que se trata!



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