01 abril 2014

# Papo Literário // Ghost Writers

Oi, gente, tudo bem?

Pode tocar o hino da vitória porque depois de me aparecerem aqui com um laptop Windows 8 (gente, sério, espero que a pessoa que inventou esse sistema operacional tenha sido demitida porque é RUIM DEMAIS), finalmente estou com um laptop Windows 7 divo. Palmas para a minha mãe que ouviu a voz da razão, no caso, a minha huahuahuahua. =P

Bom. Hoje é dia de Papo Literário. Mas, primeiro, queria avisar a vocês que o top comentarista de março se encerrou no post de ontem. Teremos o resultado no sábado. Principalmente devido a minha falta de pc, não deu para fazer uma pré contagem dos comentários. Então sábado sai o resultado do top de março. O de abril sai ainda essa semana. Como a Monique postou ontem no final da tarde, vou considerar os comentários feitos no post de ontem (segunda) até a meia noite de hoje (terça). Combinado?

Mas vamos ao que interessa. Vocês sabem o que é um Ghost Writer? Acho que todo mundo já deve ter ouvido falar nesse tipo de profissional, mesmo que não saiba exatamente o que é. E, acreditem, eles são mais comuns do que você imaginam. 



O fato é que nem sempre um livro foi escrito por aquela pessoinha que assina. A missão do Ghost Writers é bem simples, na verdade. Cabe a eles transformar em textos as ideias dos outros. Os Ghost Writers recolhem essa informações, sintetizam e depois ''somem" do mapa. Normalmente os GW são contratados por aqueles que não estão com tempo para escrever. Basta repassar as ideias e o tempo em que o produto precisa ficar pronto. Na hora da finalização do livro, toda a propriedade intelectual vai para o autor que contratou esse serviço. Justo? Injusto? Antiético? Compreensível?

Bom, a verdade é que essa prática é bem popular nos Estados Unidos e na Inglaterra. Vira e mexe surgem uns rumores de que alguns autores se utilizam dos serviços dos GW. Nicholas Sparks entrou na polêmica, JK também, após o depoimento de uma norueguesa que afirmou que JK era uma atriz e que por trás dela existiam muitas "pessoas que precisavam de reconhecimento" e nem o  mestre do terror Stephen King também não ficou atrás. Mas nada é confirmado. Não passam de boatos.

Eu e Monique lemos para a faculdade um livro do Chico Buarque chamado Budapeste, cujo tema é justamente os Ghost Writers, uma vez que o personagem principal é um. Outros livros e filmes também abordam o assunto com bastante propriedade e valem a pena serem vistos.

Mas engana-se quem pensa que Ghost Writers servem apenas para o mundo literário. A premissa dos GW serve também para a música e para a política. Dizem que Autran Dourado era o escritor fantasma de Juscelino Kubitschek, e que Theodore Sorensen era o Ghost Writer de John Kennedy. Acredita-se que Charlie Chaplin forneceu apenas uma ideia geral de suas melodias para o filme Tempos Modernos que foram compostas, na verdade, pelo ghost writer David Raksin.

Dados o fato, quero saber de vocês: o que vocês acham dos Ghost Writers? Acham a prática válida? Usariam um Ghost? SERIAM um ghost?

Sendo bem opinativa aqui nesta parte, tento entender ambos os lados na hora de formar uma opinião. Entendo que em alguns momentos exige-se muito do autor e ele pode não dar conta, tendo que procurar um GW. Mas, até pelo meio em que eu estou inserida e pelos professores que tive na faculdade que viviam falando "deem os créditos", "tomem cuidado com os créditos" "exijam seus créditos"... Não conseguiria trabalhar para um autor e não ter um reconhecimento em cima daquele produto em que participei ativamente. As ideias podem ter sido dele, mas quem estruturou, quem de fato, idealizou foi quem escreveu. Será que é vaidade querer o crédito por um trabalho? Ou apenas cumprir o contrato (desde a produção até o recebimento) é o que basta?

Bom, mas essa é apena a MINHA OPINIÃO, volto a frisar. Agora quero ouvir vocês. E para ajudá-los, encontrei três frases interessantes de GW

 "Não penso que uma pessoa decide ser ghost writer. Acontece". - Clifford Turlow

"Eu era apenas a mão que escrevia" - Autran Dourado

“Ter o reconhecimento é muito bom, mas não me dói quando o autor quer ficar com todos os louros”, afirma Débora Chaves, jornalista, tradutora e ghost writer, em matéria publicada no site Saraiva Conteúdo



48 comentários

  1. Oi, Kel
    Sou contra o uso de gosht writers. O escritor ou o compositor tem que mostrar o seu talento, o trabalho dele. Se não foi ele que escreveu, mesmo sendo a idéia dele, não merece o crédito. Porque um livro, não só é avaliado pelo tema e pela criatividade, mas também pela escrita, pelo modo como o texto foi elaborado. Seria, mais ou menos, como um cantor que no microfone finge cantar e a voz é de outra pessoa.

    ResponderExcluir
  2. Eu não acho muito ético ou justo, tanto com os leitores, quanto com o GW, que tem todo o trabalho e nada de reconhecimento. Mas a culpa, na minha opinião é das editoras, que estão sempre pressionando os autores com prazos...

    Beijinhos
    www.serleitora.com.br

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. com certeza deve haver uma pressão, Érica, por questões contratuais ou algo que está acima do meu conhecimento. Mas, com certeza, não acho interessante a prática dos GW

      Excluir
  3. Oi Kel!
    Já tinha visto um filme, que agora não lembro o nome, que abordava justamente este fato dos GW. Eu sinceramente não gostaria de ser uma GW, mas se a pessoa aceita os termos e sabe que a sua obra não vai ter os seus devidos créditos e mesmo assim faz o trabalho, acredito que não é algo antiético. Agora se a pessoa não sabe de nada aí a história é outra.

    Beijos :*
    www.booksandmovies.com.br/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ahhh pena que vc não lembra o nome do filme. Fiquei interessada em assistir.

      Excluir
  4. Nossa que legal, te confesso que nunca ouvi falar de Gosht Writer, uma profissão muito interessante, fiquei interessada nesse livro de Chico Buarque com certeza vou procurar. Eu não sei exatamente como funciona essa profissão, mas pra mim o Gosht Writer devia sim ter um crédito na obra, nem que seja uma nota de rodapé. Adorei o Papo literário, foi muito instrutivo, rs. :D

    ResponderExcluir
  5. Não conhecia os Ghost Writers no mundo literário, apenas na música, mas também não conhecia pelo nome.
    Acho que eu não conseguiria ser um, gosto de receber os créditos pelo que eu faço, e não acho um pecado um autor precisar de ajuda, mas levar todo o crédito por algo que você não fez sozinho? No mínimo injusto.

    ResponderExcluir
  6. Ei Kel!
    Eu já sabia sobre isso.
    Olha, eu fico um pouco dividido a respeito disso.
    Por que tipo, pensa comigo? O cara teve uma ideia genial, mas não tem NENHUMA habilidade de escrita. Gastar uma boa ideia com um livro mal escrito acaba sendo ruim n acha? Portanto acho viável o uso de GW.

    A série Os Legados de Lorien que é de autoria do Pitacus Lore (pseudonimo) é feita por uma dupla. O dono da "marca" e um ghost writer. E eu curto bastante a história =]

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Com certeza um livro mal escrito não vale a pena. Mas o uso de GW é mt fácil e conveniente, né? Imagina, vc pode ter uma ideia genial, contrata alguém para colocar em prática e vc ainda ganha os créditos.

      Excluir
  7. Eu já conhecia os GW, eu me lembro de ter lido um livro sobre um, só não lembro o nome dele, faz um tempo que eu li. Eu acho que o uso de GW não é lá muito justo..

    E-mail: juliamariamoraes2013@gmail.com
    Nome de seguidor: Julia Moraes

    ResponderExcluir
  8. Kel, eu não serviria para esse trabalho. Seria a mesma coisa que eu, como fotógrafa, não dar créditos ao produtor que participou no catálogo que fiz, eu fotografei, mas ele organizou o ambiente, a modelo, tem trabalhos que nem sou eu que escolho as poses da modelo. Então seria injusto de minha parte, pegar o resultado final e dar créditos somente a mim. Se fosse o contrário, eu ficaria muito chateada. Tudo bem que no caso do ghost writer, ele é pago para isso, mas mesmo assim...complicado, né?!

    http://citacaonumclick.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
  9. Nossa!
    Que post legal.
    Já conhecia o termo e tal, mas não fazia ideia de como funcionava.
    Show!
    Beijinhos
    Rizia - Livroterapias

    ResponderExcluir
  10. Ótimo assunto para ser abordado Raquel!
    Eu conhecia a pratica, mas não sabia que isso era uma profissão!
    Como você, eu tento entender os dois lados.. mas não sei se me sujeitaria ou de utilizaria um GW. É muito bom receber mérito por aquilo que fazemos e isso se aplica a ambos os casos. Um autor que ficou famoso por algo que não escreveu, como ele deve se sentir? Eu me sentia péssimo. Só nao me sentiria pior do que vendo alguem fazer sucesso com aquilo que eu escrevi!

    Enfim, enfim. É bem complicado haha
    Eu não sou contra nem a favor, acho que cada um tem os seus motivos para fazer o que fazem. Se eles conseguem dormir bem com isso, quem sou eu pra julga-los!?

    Beeijos, Dreeh.
    Blog Mais que Livros

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. eu tb. Acho que um profissional deve ser completo. Nao basta apenas ter a ideia.

      Excluir
  11. Oi Kel,
    Eu li sobre Gw, na semana passada, enquanto pesquisava sobre um livro. Para ser sincera eu acho o trabalho do Gw válido, já que por mais que o autor não ganhe os créditos ele ganha experiência para quem sabe no futuro se arriscar num trabalho só seu.

    *bye*

    http://loucaporromances.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
  12. Como dissestes, há os dois lados. Eu acho que se alguém quer escrever algo e não se importar de outra pessoa receber os créditos por isso, não tem problema nenhum. E se um autor decidir contratar um GW e não se incomodar de receber créditos pelo o que não fez ou se contentar com o fato de "toda a história do livro foi eu que fiz" sem que a sua consciência doa, também não vejo problema nenhum. Nem vejo como crime alguém querer vender a sua obra. Até porque, pelo o que li, parece estar tudo "dentro da lei".
    Eu amo escrever, mas não teria coragem de publicar algo com o meu nome. Tanto que ja pensei muitas vezes em usar um pseudônimo para publicar um livro. Não me importaria de escrever um livro para alguém, até porque amo escrever, mas acho que me incomodaria ver alguém receber o crédito por um trabalho meu.
    Enfim, é tudo questão de bom senso. Se eu quero vender meu trabalho para alguém que quer comprar, então, que eu venda. Não vejo nada anti-ético nisso.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi Andrea. Penso como vc. Vc se deu ao trabalho de escrever aquele material. E ai o autor ganha todos os créditos? Não me soa justo

      Excluir
  13. Oi Kel! Ótimo post, sério! Tinha comentado com algumas pessoas sobre isso há alguns dias e decidi ler sua matéria. Então, tem um autor (que começa com James e termina com Patterson) que eu tenho quase certeza que usa GW's! Não acho completamente errado, mas nem completamente certo. Ai, não sei explicar. De qualquer modo, eu SERIA GW se tivesse oportunidade hahahaha

    Bjs!
    Henrique Morais

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. adorei o "começa com James e termina com Patterson" =P

      Excluir
  14. Não conhecia esse trabalho e achei interessante, mas acho que deveria ter algum reconhecimento né não?!
    Sei lá, só acho!

    Beijinhos
    Sou eu... Pri!

    ResponderExcluir
  15. Não conhecia esse tipo de profissional. Imagine que loucura vc ter todo o trabalho e outra pessoa levar os méritos. Acho que no Brasil deve ter muitos porque tem cada famoso que não parece ser capaz de escrever um paragrafo e escreve livro...

    Muito interessante.

    Beijos

    www.reticenciando.com

    ResponderExcluir
  16. gostei muito, kkkk beijos
    http://livro-azul.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
  17. Oie!
    Raramente as pessoas tratam desse tema, então parabéns, acho bacana olhar todos os lados e sendo sincera, não duvido nada que metade do que seja publicado seja GW, pq dá p/ perceber a diferença na escrita e nas coisas colocadas.
    Qto à dizer a quem pertence a obra, acho que é de quem contratou não? Afinal, eu dei as ideias e alguém descreveu, mas o original ainda é da pessoa que contratou, mas sei que é polêmico...rs

    Andy_Mon Petit Poison
    POISON BOOKS - Nós, os Deuses (Bernard Werber) [Vídeo Resenha] bit.ly/1s8WAJg

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigada pelo elogio, Andy. O tema é realmente MUITO polêmico e divide opinião. Mas quem está certo? huahuahua No fundo, acho que ninguém. Ou todos estão? =P

      Excluir
  18. Oi Raquel tudo bem, já tinha ouvido falar sobre esse profissional, até esses dias vi um filme que falava sobre um mulher que escrevia uma série que ela inventou mas quem assinava era outro pessoa.
    Não sei exatamente o que pensar sobre isso, mas acho que muitos já se sujeitaram a fazer está atividade!
    bjkas
    Dani Casquet- Livros, a Janela da Imaginação

    ResponderExcluir
  19. Oi Kel! Não acho muito legal esta ideia não, sei lá, você participa do trabalho e fica na sombra? Estranho demais, mas percebi que as opiniões variam, é um bom tema para debate.

    Bjos!!
    Cida
    Moonlight Books

    ResponderExcluir
  20. Oi, Kel!
    Assunto delicado, hein?
    Mas, penso como você. Eu não sei se gostaria de redigir um documento, um livro, uma música, usando a ideia de uma outra pessoa e não ter o reconhecimento pelo meu trabalho. É como você disse, a ideia pode ter sido do autor, mas quem teve o trabalho maior foi o GW que parou, analisou e pôs a ideia no papel, dando vida e uma história a ela. Vejo isso nos roteiros das novelas. Hoje até perguntei a minha chefe se eram os autores que escreviam mesmo o roteiro e depois que parei pra olhar os créditos, vi o nome de umas sete pessoas. Ou seja, o que eu entendi a partir dali, é que o autor dá a sua ideia e outras pessoas desenvolvem. Mas essa é a minha opinião e o que eu entendi sobre esse caso em específico.
    Adorei o texto =)
    Beijos!
    Garota Liber

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Eu sou polemica, né, vc sabe?! HUAHUAHUAHUA. Concordo totalmente com vc

      Excluir
  21. Muito bom o post mo e muito interessante o tema. Eu particularmente sabia pouco sobre esse assunto. Eu não creio que esses autores famosos, tipo JK, possuem um GW. Acho que eles possuem sim ajudantes, conselheiros, etc. e muitas vezes as histórias acabam sendo distorcidas um pouco.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. com certeza existem mtos boatos por ai, Mo

      Excluir
  22. Adorei o post, não conhecia os GW...

    Eu não usaria os serviços sinceramente...
    mas não julgo, quem contacta o trabalho (e os GW) sabem o que estão fazendo, creio eu!
    Se não há reconhecimento e eles querem trabalhar assim, fazer o quê?
    Acho que eu não ficaria com a consciência tranquila em contratar um serviço assim...
    Bjs

    ResponderExcluir
  23. Oi Kel tudo bem? confesso que tenho um preconceito quanto a GW e isso foi influencia sobre uma serie que acompanho do qual a editora por nao gostar de um final da autora, acabou a demitindo, sendo assim continuar a historia "da autora" com ghostwriters.

    E agora fica a duvida dou um voto de confiança de fidelidade a historia nas maos dos GW ou paro onde a verdadeira escritora parou ?

    Beijos Joi Cardoso
    www.estantediagonal.com.br

    ResponderExcluir
  24. Oi Raquel, eu já conhecia os GW e não sei se faria isso. Acho que não conseguiria ver um autor recebendo todos os créditos por uma história que é minha. É algo muito controverso, mas acho que alguns autores devam utilizá-lo sim. Tem autores que lançam livros quase todos os meses (aka Nora Roberts e Silvia Day).
    Beijos!
    http://livrosyviagens.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
  25. Não conhecia muito sobre esse assunto, mas tenho a mesma opinião que você, sempre aprendi a "dar os devidos créditos" kkkkk. Só achei um absurdo esse negócio de falar que J.K. e Stephen King usaram GW, e se o King usou a família inteira dele usou tbm, afinal a mulher e o filho dele tbm são escritores, mas enfim, cada louco com sua loucura né.. hahah
    Beijo!
    http://booksmanybooks.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
  26. Bem polêmico isso hein. Na minha opinião acredito que depende muito de pessoa para pessoa. Por exemplo, eu logicamente gostaria de reconhecimento, mas se me contrataram para um trabalho eu vou receber por isso e pronto. E se a ideia for de outra pessoa e eu só escrevo? A ideia não é minha. Não sei bem o que pensar, mas acho que existem tantas possibilidades que não dá para tomar partido de um lado só.

    Beijos.

    http://livrosleituraseafins.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
  27. Eu não vejo problema algum em ser GW. É uma profissão como outra qualquer. Você recebe para escrever algo em nome de alguém. Escreve e pronto.
    A maioria dos trabalhos de GW que eu já ouvi falar é para escrever autobiografia. O cara quer que tenha publicada a história da vida dele...mas não sabe escrever ou não tem tempo. Ele vai... se reúne com o escritor... que transforma sua vida em texto.

    Muitos relações públicas e assessores de comunicação que trabalham com personalidades públicas... acabam fazendo um trabalho tipo de GW tb. Fazem discursos para essas pessoas, respondem entrevistas por e-mail, escrevem artigos que são publicados na midia e etc.

    Agora... como leitora... eu ficaria frustrada em saber que meu autor favorito escreveu com GW. isso é fato!

    bjs, Fernanda D.
    novoromance.com.br



    ResponderExcluir
  28. Sobre os créditos, tem uns que dão sim, como na série It Girl. Só que os créditos não ficam na capa e sim dentro do livro ou em outro lugar, isso é mostrado no filme Jovens Adultos (mas não vejo esperando por saber muito de ghost writers, e só uma partezinha mesmo).
    Não acho legal esses autores enganarem as pessoas que tipo consideram eles seus escritores preferidos por livros que nem foram eles que escreveram.
    bjs
    se puder, visita meu blog http://felicidadeinventada.blogspot.com

    ResponderExcluir
  29. Às vezes os créditos são dados sim, como na série It Girl e como mostra no filme Jovens Adultos (mas é uma pequena parte, não assista procurando isso)
    eu não acho legal os autores enganarem pessoas que consideram eles os melhores escritores por obras que eles nem escreveram
    bjs
    http://felicidadeinventada.blogspot.com

    ResponderExcluir
  30. Eu gostaria de receber os créditos pelo que escrevi, mesmo que a ideia tenha sido de outra pessoa. Acho que, se eu resolvesse ser uma ghost writer, exigiria pelo menos um agradecimento para mim (mesmo sem falar exatamente o motivo), ou uma dedicatória... Porque, né? Eu teria sido muito importante hahaha
    Adorei o post!
    Beijos,
    Déia!
    Own mine

    ResponderExcluir
  31. Oie Kel, fiquei sabendo dessa prática recentemente envolvendo o autor James Paterson e sua ridícula (segunda a maioria) obra Bruxos e Bruxas. Eu sinceramente não me daria ao trabalho de ser um "autor fantasma". Se eu escrevo bem e só preciso de uma boa ideia toparia uma parceria, mas nunca escrever para outro levar o credito. Infelizmente vivemos num mundo onde as pessoas são compradas pelo dinheiro :/
    Super Abraço, Victor Rosa
    encantosparalelos.blogspot.com.br

    ResponderExcluir
  32. Ainda não sabia o que era isso e gostei de conhecer através do seu blog. Nunca imaginaria que existisse isso e concordo com você, quem cuidou da estrutura, quem fez o maior trabalho deveria sim merecer créditos...
    beijos!

    ResponderExcluir

Obrigada pela visita!
Todos os comentários deixados aqui serão carinhosamente retribuídos.
Para isso, basta deixar o endereço do seu blog!
Mas antes de comentar, lembre-se de que esse post foi feito
com muito carinho, então, se vai comentar
"oi, fiz postagem nova, me visita" ou fazer um comentário
apenas de divulgação, este não será aceito.
Obrigada pela compreensão!
Já está seguindo o blog no Google Friends? Então não perca tempo!