Livros para presentear no Dia das mães

Oi, gente, tudo bem?

Já começou a bater o desespero com a falta de ideia sobre o que dar de presente para a sua mãe? Acalme-se que eu vou te ajudar. Livro é sempre uma opção democrática e com preço acessível. A seguir, separei algumas dicas (muitas delas já resenhadas por aqui) para todos os gostos literários:

ROMANCES

Se existe um gênero curinga nessa mundo é o romance. Todo mundo já leu (e ainda vai ler outros) romance nessa vida. Então se sua mãe curte o gênero ou se você não faz a menor ideia do que a sua mãe gosta, pode apostar em levar um romance para ela que ela vai adorar. Abaixo estão algumas dicas de autores que considero referências no gênero. Os livros são bem diferentes entre si, e os preços também.

Diário de uma paixão, um romance com muito drama que vai deixar a sua mãe super emocionada.
Um mais um, o único livro da Jojo que eu gostei haha. É também um livro que fala sobre família, então com certeza a sua mãe vai gostar.
Melancia é o maior best-seller da Marian Keyes. Apesar dos livros da autora terem um tom de comédia, as personagens da Marian são mulheres que estão entrando ou já estão na faixa dos 30 e vivem situações que poderiam acontecer com qualquer uma de nós.
O sol é para todos é um clássico da Harper Lee. Se a sua mãe prefere esse tipo de livro, com certeza esse vai ser o melhor presente. "O sol é para todos" fala sobre racismo e tolerância. Se você mesmo ainda não leu, aproveita que vai dar o livro para a sua mãe e depois pede emprestado.
Coração de mãe é da Jodi Picoult. Se você nunca ouviu falar dessa autora, algo está errado, ela é maravilhosa. E esse livro é uma história de mãe e filha que se repete. Como todos os livros da autora, algumas lágrimas ficarão pelo caminho e é impossível não se identificar com os personagens.



SUSPENSE

Se a sua mãe é do suspense, ela pre-ci-sa conhecer Paula Hawkins. Mas se ela já leu ou se você prefere dar outro livro para a sua mãe, aqui vão mais dicas de suspenses de roer as unhas, incluindo um dos meus preferidos: As gêmeas do gelo!

Garota exemplar foi adaptado para os cinemas e o livro é um thriller noir. Para quem não conhece a expressão "noir", é uma literatura que mistura terror, suspense e elementos policiais, assim como A garota no trem. O livro da Paula Hawkins, aliás é um super best-seller.
Meu preferido mesmo é "As gêmeas do gelo", que tem resenha no blog. O livro não é tão famoso quanto os outros dois, mas é o que dizem, nos menores frascos estão as melhores fragrâncias hahaha.

AUTO-AJUDA

Nem romance e nem suspense. Se a sua mãe é como a minha, ela vai adorar um livro de autoajuda que fale sobre superação e que ajude no desenvolvimento pessoal. Deixo aqui algumas dicas incluindo um dos livros que eu mais curti ler no ano passado: "O ano que eu disse sim" da nossa diva Shonda Rhymes.



BIOGRAFIA

Para as mães que gostam de biografia, cinco personalidades que fizeram a diferença em suas áreas, seja na música, seja na televisão, seja na luta pelos direitos da mulher, seja na luta pela sobrevivência durante os horrores da Segunda Guerra.






Resenha 404 | A parte que falta encontra o grande O

Oi, gente, tudo bem?

O livro que li mais rápido foi também o que me deixou mais tempo pensando em sua história. E é exatamente isso que estou fazendo até agora. Vem ver a resenha de "A parte que falta encontra o grande O".

Título: A parte que falta encontra o grande O
Autor: Shel Silverstein
Editora: Companhia das Letrinhas
Páginas: 120
Livro cedido em parceria com a editora




Sinopse: Na continuação do clássico A parte que falta, Shel Silverstein reflete com sua poesia singela e emocionante sobre amor-próprio e completude. Um livro infantil para todas as idades. Nesta história, leitores de todas as idades vão refletir junto com a parte que falta sobre como podemos nos transformar e descobrir como evoluir nosso amor-próprio. Afinal, será que não podemos todos rolar por nós mesmos em nossas jornadas?



Eis a verdade que, por mais cliché que pareça, muitas vezes é difícil demais de ser colocada em prática: você não precisa de ninguém para se completar. É isso que você vai (re)aprender em "A parte que falta encontra o grande O". 

Já passava da meia noite quando o livro começou a me chamar. Já tinha "lido" o primeiro no vídeo da Jout Jout. Na continuação da história da parte que falta, ela continua procurando alguém que pudesse completá-la. Não é uma busca fácil. Por mais que ela tentasse chamar a atenção e parecer mais atraente, alguns se aproveitavam do seu charme e outros, mais tímidos, sem saber lidar com a sua beleza, simplesmente iam embora. Alguns a notavam, outros não. Alguns estavam ocupados demais com mais partes do que podiam carregar. Até que um dia ela encontra o grande O, que não tem nenhum espaço para uma outra parte. Ele é completo. E se segue um dos melhores diálogos do livro:


Percebe? "O" não precisava que ninguém o completasse, e sabia disso. E tudo bem você ser autossuficiente e assumir que é assim: independente, forte. Porque, na verdade, só é possível transmitir amor para os outros se você souber das suas próprias capacidades, se você se valorizar e se amar primeiro, assim como o grande "O". O problema é que desde sempre somos ensinados que quem se acha muito bom ou diz que é lindx, que sabe que é o melhor naquilo que faz, é o metido da turma, é o arrogante. Mas a arrogância está presente quando você diminui o outro para se achar superior. Tá liberado ter amor próprio, viu? 

O que vem a seguir no livro, só lendo para saber. Mas devo admitir que fui dormir pensando no que esse livrinho, com pouquíssimas palavras, me ensinou. Nem todo mundo sabe lidar com o nosso protagonismo. E é por isso que precisamos, cada vez mais, nos colocar em primeiro lugar. 


O livro é absolutamente brilhante, considerado infantil, mas, assim como "O pequeno príncipe" ou todos os filmes da Pixar, a mensagem real é para quem está lendo o livro para as crianças.



Realizei um sonho!

Era 2012 e divulgaram que, a partir daquele momento, os fãs de Harry Potter poderiam ter uma experiência única ao visitar os estúdios da Warner, local onde foram gravados os oito filmes da série. Era informação para deixar qualquer fã maluco, né? 

Visitar os estúdios sempre foi o meu sonho. Um deles, né? Porque pisciana como eu tem não só um, mas milhares de sonhos para serem sonhados de uma vez só. Até que esse ano, graças a Deus, consegui planejar a tão sonhada Eurotrip e uma das primeiras coisas que fechamos assim que estabelecemos os dias que ficaríamos em Londres foi a ida aos Estúdios da Warner. 


O local fica a alguns quilômetros da capital, mas a cidade é conectada à estação de Watford Junction, a forma mais fácil e barata de chegar até lá (se você não tiver um carro, claro). Logo na saída, uma parada de ônibus identificada com os nomes da Warner leva os fãs para onde a magia acontece. O ônibus de dois andares todo adesivado com imagens de Harry Potter já prepara o seu coração. O caminho é rápido, cerca de 15 minutos. Mas você vai assistindo um videozinho com alguns atores explicando o que você irá encontrar.

É recomendado comprar os ingressos antecipadamente, assim como chegar cerca de meia hora antes do horário marcado. E não se engane, mesmo comprando dois meses antes, como eu, alguns horários já estavam esgotados. Já na entrada, o muro que cerca os estúdios é cheio de cartazes dos filmes. Uma ótima sensação de boas-vindas. Como eu comprei o ingresso online, precisei trocá-lo na bilheteria. Apesar do horário marcado, não havia um "super rigor" para checar se você estava entrando na hora certa ou não. 


Depois de passar por um corredor enorme imitando o mapa do Maroto, chegamos a uma lanchonete e na área real de entrada dos Estúdios. A lanchonete tem um preço salgadinho e é a primeira de duas que você vai encontrar no passeio. A segunda fica dentro do estúdio. Mas o pior mesmo é conseguir um lugar para sentar e comer o seu sanduíche. Aliás, você pode levar algo de casa. Mas comer e beber deve ser feito somente nas áreas das lanchonetes. Nada de ficar beliscando dentro dos estúdios.

Uma vez no tour, eles passam uma projeção explicando como funcionava o local quando recebia as gravações: expõem números, mostram bastidores e te deixam com as primeiras lagriminhas nos olhos. Essa parte não pode ser fotografada. 


Se você é fã como eu e ainda não foi aos Estúdios, vai preferir não saber muitos detalhes do que tem lá dentro. Eu fui essa pessoa e não me arrependi de descobrir tudo pessoalmente. Além dos cenários, você também vai ver roupas e objetos usados durante os filmes. Muita coisa é interativa. E ah, lá também tem uma plataforma com o carrinho para tirar foto, assim como a que fica em Kings Cross. Prepare-se para entrar na Floresta Proibida, andar pelo Beco Diagonal e entrar no Expresso de Hogwarts!

A primeira etapa do tour é o salão principal. E essa é a única parte que você terá um tempo limitado para visitar. Como é ali que eles recebem os novos grupos e falam sobre o lugar, é preciso ter uma rotatividade. São cerca de 20, 30 minutos entre o bate-papo e o tempo para fotos. 


Entre o deslocamento ida e volta e o tempo dentro do estúdio, reserve aí umas boas quatro ou cinco horas, no mínimo. Eu saí de Londres 11 da manhã e só cheguei em casa às 21 horas. Fiquei quatro horas nos estúdios, mas quando saí de lá ainda veio aquela sensação de que poderia ter aproveitado mais. É tudo tão incrível que só quem é fã sabe (e sente). 

No fim de tudo tem a famigerada lojinha. Algumas coisas valem a pena, outras quase me fizeram ter uma ataque cardíaco. Dá pra ter uma ideia dos preços no próprio site do tour. Artigos como as varinhas, cachecóis, porta-retrato, valem a pena. O sapo de chocolate também. Apesar de só vir um em cada caixa, eles são enormes (sério, levei uns dois dias pra comer o meu) e não são ocos. Já os Funko Pop, por exemplo, são bem mais caros. Mais até que os preços que encontramos no Mercado Livre. 

O mais impressionante do tour é ver pessoas da minha idade, que cresceram e acompanharam Harry Potter desde o inicio, ansiosos pelos novos livros e filmes, mas também ver crianças nessa nova geração de fãs que vão continuar aí sem deixar a magia desaparecer. Se alguém tem dúvidas de que a franquia de Harry Potter está no mesmo patamar que Star Wars, por exemplo, é só visitar os estúdios da Warner. 

Você não é obrigado a ler o que não quer

Oi, gente, tudo bem?

É isso mesmo que você leu. Nem você e nem ninguém é obrigado a ler o que não gosta. E nem você e nem ninguém deve julgar o estilo de leitura do outro por ser diferente do seu. Parece meio óbvio isso, né? Pelo menos deveria ser! Mas em pleno 2018 a gente tem que ver casa coisa que os olhos sangram! 

Certa vez, nos tempos áureos do blog, eu fiz uma pesquisa de satisfação de conteúdo. Queria ouvir os leitores e ver no que eu podia melhorar, o que as pessoas curtiam e o que deveria ser adaptado. Claro que eu estava aberta a criticas construtivas. Veja bem, construtivas! Várias pessoas responderam (aliás, obrigada se você foi uma dessas pessoas), mas uma delas me disse o seguinte: "Você deveria estimular mais a leitura de livros clássicos e não de livros do John Green, isso não é literatura". Hmmm...


Vamos tratar desse babado com dados concretos. Se você consegue ler 20, 30 livros ao ano, parabéns, porque o brasileiro não lê. Segundo dados da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, de 2016, o brasileiro lê, em média, quatro livros por ano. Isso mesmo, QUATRO. Sendo que, apenas metade é, de fato, concluído. E tem mais, 44% da população não lê. Outros 30% nunca compraram um livro. Nós, mulheres, somos a maioria leitora, 59%. 

Diante de um país cuja leitura está apenas em 10º lugar no ranking do que fazer nas horas vagas, é lamentável que ainda exista pessoas (e instituições e empresas) que espalhem a ideia de que certos livros são "alta literatura", aquela direcionada a "leitores avançados" enquanto outros são apenas entretenimento. 


Percebem o perigo? Nós precisamos aumentar o número de leitores, expandir o acesso à leitura, a bibliotecas, estimular a leitura nas crianças. O que definitivamente NÃO PODEMOS é menosprezar estilos enquanto estes estilos são responsáveis por levar conhecimento (e porque não entretenimento também? ) para tanta gente. Veja bem, é seu direito gostar do que quer que seja, mas não reduzir a literatura apenas aos seus interesses.

Quantas crianças começaram a ler com Harry Potter! A saga é indiscutivelmente um fenômeno da literatura mundial. É estudada em Harvard! Muitos livros considerados "de entretenimento" falam de assuntos reais e foram esses livros que ecoaram a voz de minorias como os LGBTs, os negros, os moradores da periferia. Foram essas "leituras pops" que vieram falar de TOC, de depressão e suicídio. Que vieram dizer "Tudo bem, você não é o único que tem transtorno de ansiedade, olha só esse personagem, poderia ser você, fale sobre isso com alguém". O famigerado "A culpa é das estrelas" que a pessoa disse não ser literatura tinha vendido, antes da estreia do filme, mais de 10 MILHÕES de livros no mundo todo.


O que eu quero dizer com esse textão todo? Que qualquer livro é cultura e vai te agregar alguma coisa. Não existe gênero. Existe livro! Existe cultura! A leitura faz bem para a saúde mental e o cérebro não vai distinguir se é 50 Tons de Cinza ou Cem Anos de Solidão. Sabe por que? Porque ler  um livro, qualquer que seja, combate o estresse, expande o seu vocabulário, previne doenças já que estimula a memória, desenvolve o poder de concentração. Mas, para que isso aconteça, você precisa ler o que você gosta. E tudo bem se você não se identificar com leituras clássicas. Você NÃO É obrigado a isso. Isso não te faz menor ou menos leitor! 

Qualquer leitor quer uma leitura envolvente seja ela um livro clássico ou não. E se estamos falando em sair da nossa zona de conforto, porque que só os leitores dos "livros de entretenimento" precisam ler livros clássicos? Os amantes dos clássicos também poderiam dar uma chance para a "literatura pop".

Por fim, uma mensagem sincera quase desenhada: 






Resenha 403 | Nothing More (A história de Landon)

Olá povo!

Aqui é Fernanda. Não sei se você lembrar da série After da Anna Todd, mas eu resenhei todos os livros da série aqui no blog ( livro 1, Livro 2, Livro 3, Livro 4, Livro 5, livro 6). Nothing More é um spin-off de After e vai nos contar a história de Landon, já que a série nos deixou bem curioso em relação ao futuro do personagem. Quem leu sabe o porquê.

Título: Nothing More ( A história de Landon)
Autor: Anna Todd
Editora: Astral Cultural
Páginas: 304

Tessa, Dakota e, principalmente Landon, estão prontos para viver novas descobertas, agora em Nova York. Nesse spin-off, o melhor amigo de Tessa, viverá um triângulo amoroso quase viciante, em meio a todas as experiências e oportunidades que só uma cidade tão grandiosa e barulhenta poderia lhe proporcionar. Os arranha-céus de Nova York e o ritmo frenético da cidade são bem diferentes do lugar onde Landon Gibson foi criado, e essa transição está sendo desafiadora. Mas até que ele está se virando, arrumou um emprego para pagar (algumas) contas, está gostando da faculdade e, de vez em quando, encontra sua ex, Dakota. Sabe como é, aquela por quem ele largou tudo e foi estudar na Universidade de Nova York… para no fim levar um pé na bunda. Por sorte, sua melhor amiga, Tessa, apareceu para dividir com ele seu (minúsculo) apartamento no Brooklyn. E, apesar dos altos e baixos que enfrenta com o ex, ela é uma boa ouvinte e conselheira, especialmente quando ele se vê envolvido em uma espécie de triângulo amoroso quase viciante, como todas as garotas bonitas. Para um jovem, encontrar um caminho na vida não é fácil. Landon sempre foi uma pessoa otimista, mas numa cidade tão barulhenta e complicada, e tão longe de casa, só dá para seguir em frente com uma bela ajudinha dos amigos e com um bom par de fones de ouvidos.

Nothing More traz Landon e Tessa em Nova York, eles dividem um apartamento no Brooklyn e tentam viver as experiências que uma grande cidade pode proporcionar. Landon trabalha em um café e ainda tem dificuldades para se adaptar ao ritmo intenso da Big Apple, ele gosta da faculdade que faz e de vez em quando esbarra em sua ex, Dakota. Lembra dela? Aquela por quem ele largou tudo pra ir estudar em Nova York e no final levou um belo pé na bunda.  

Quando Landon mal percebe, esta envolvido em um triangulo amoroso. Ao mesmo tempo em que ainda ama Dakota, ele vê surgir algo novo quando se sente atraído por Nora, a nova melhor amiga de Tessa. E já adianto que lidas com essas duas não foi nada fácil. 

Toda vez que eu leio um livro da Anna Todd eu penso que ela adora testar a paciência do leitor, porque não é possível. Na série After o Hardin colocava a paciência de qualquer no limite, apesar dele ser um dos meus personagens preferidos, o temperamento explosivo, as indecisões dele e as atitudes impulsivas me davam vontade de arremessar o livro na parede. Em Nothing More o Landon me irritou por ser o total oposto do Hardin, ele era tão devagar, que isso me deixou no limite do stress.



Dakota é uma das personagens mais chatas que eu já vi na vida, foi dose aguentar ler as cenas em que ela aparecia. Sinceramente, ela se acha tão superior a todo mundo, é tão ignorante, mal educada e o Landon nunca fazia nada, observava ela destratando as pessoas e não abria a boca pra falar nada, não tomava uma atitude, só ficava parado olhando como se tudo fosse perfeitamente normal. 

Eu amei Nora desde a primeira cena em que ela apareceu e já quero deixar claro minha torcida para que o Landon fique com ela, mas a personagem é muito misteriosa, está escondendo alguma coisa grande que ninguém sabe o que é, o final do livro ficou em aberto e só será esclarecido no volume dois. 

A narrativa da Anna continua incrível, eletrizante. Li o livro em uma velocidade incrível, não conseguia desgrudar da história que se passa durante aquele tempo em Hardin esta prestes a ir visitar Tessa em Nova York e foi tão maravilhoso ver as reações da Tessa pelos olhos do Landon. 

Eu sou apaixonada pela escrita da Anna e acredito que seja por isso que eu tenha amado tanto esse livro, sempre gostei do Landon nos outros livros e foi legal ver o lado mais másculo dele e não só o de amiguinho fofo da Tessa. Mas eu não esperava que ele fosse ser tão pamonha perto da Dakota. 

Pra quem é fã da série After como eu, Nothing More é uma leitura obrigatória amigos.