22 setembro 2016

# Resenha 374 // A última carta de amor

Oi pessoal, tudo bem?

Seguindo o nosso especial sobre a Jojo Moyes junto da Intrinseca, hoje é dia de resenha de "A última carta de amor", livro relançado com uma capa super linda que me deixou encantada.



Título: A última carta de amor
Autor: Jojo Moyes
Páginas 384
Editora: Intrinseca
Livro cedido em parceria com a editora


Sinopse: Londres, 1960. Ao acordar em um hospital após um acidente de carro, Jennifer Stirling não consegue se lembrar de nada. De volta a casa com o marido, ela tenta, em vão, recuperar a memória de sua antiga vida. Por mais que todos à sua volta pareçam atenciosos e amáveis, Jennifer sente que alguma coisa está faltando. É então que ela descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas apenas por "B", e percebe que não só estava vivendo um romance fora do casamento, como também parecia disposta a arriscar tudo para ficar com seu amante. Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth encontra uma dessas cartas endereçadas a Jennifer durante uma pesquisa nos arquivos do jornal em que trabalha. Obcecada pela ideia de reunir os protagonistas desse amor proibido em parte por estar ela mesma envolvida com um homem casado, Ellie começa a procurar por "B", e nem desconfia que, ao fazer isso, talvez encontre uma solução para os problemas do próprio relacionamento. Com personagens realisticamente complexos e uma trama bem-elaborada, A Última Carta de Amor entrelaça as histórias de paixão, adultério e perda de Ellie e Jennifer. Um livro comovente e irremediavelmente romântico.



Lançado há algum tempo, antes mesmo de fazer o sucesso estrondoso que fez com Como eu era antes de você, “A última carta de amor” pode ter ficado um pouco esquecido pelos fãs. Mas recentemente a Intrínseca relançou o livro, com uma capa super linda, seguindo o design das demais obras da autora.
Como eu falei em outros posts, ainda não fui picada pelo mosquito “Jojolover”. Mas isso não impede de ler o que a autora escreve em busca do livro que seja “o meu número”. 

Uma coisa é certa: Jojo gosta de colocar o dedo na ferida. Então ela vai falar de uma mãe solteira, vai falar do comportamento das mulheres nos anos 40, vai falar de suicídio assistido e, no caso deste livro, vai falar sobre traição e, claro, sobre o amor (ou as formas de torná-lo mais visível).

























De novo a autora vai lá no passado para contar a história de um casal. Desta vez trata-se de Jennifer, mulher de um rico empresário dos anos 60. Ela é o exemplo do “bela, recatada e do lar”, até se apaixonar por um jornalista. Eles passam a se comunicar através de cartas e são estas mensagens que conectam Jennifer com Ellie, no tempo presente. 

Ela namora um cara casado e é completamente apaixonada por ele. Ao procurar pautas para uma matéria jornalística, ela acaba encontrando uma carta de amor enviada à Jennifer e faz disto uma investigação para saber se o casal teve o seu merecido “final feliz”. 

Acho que o que a Jojo faz é uma inversão de valores, que nem sempre funciona comigo (vocês podem ver minha opinião nas resenhas anteriores, principalmente na de Como eu era antes de você que acho que é a polêmica deste humilde blog desatualizado hahahahha). No meu caso, concordei com as razões de Jennifer, mas não completamente com as de Ellie. Vai entender a minha cabeça pisciana?!























O questionamento do livro é: uma traição é uma traição se o seu relacionamento “extraconjugal” for o amor da sua vida? Não tiro o mérito da autora em escrever histórias tão palpáveis e tocantes. Admirei Jennifer pela sua coragem e determinação em nadar contra a corrente em plena década de 60 quando a mulher era tão inferiorizada. As cartas são absolutamente lindas!!!

O livro começou um pouco perdido, senti como se a autora estivesse dando informações soltas e me perguntava como ela iria linkar tudo depois. Foi a mesma sensação que eu tive com o Navio de noivas. Talvez a autora vá mais devagar quando o livro tem muitos personagens e pule na linha do tempo. Requer um pouco de paciência, pelo menos até as 50, 60 primeiras páginas. Depois tudo começa a fluir. 

Gostei do livro é uma história bem reflexiva, mas ainda não é o “meu livro”.

19 setembro 2016

# Resenha 373 // Navio das noivas

Oi pessoal, tudo bem?

Quem ama Jojo Moyes aí? Essa semana a Intrinseca preparou um especial sobre a autora e é a oportunidade perfeita para falarmos de "O navio das noivas". Quem já leu?

Título: O navio das noivas
Autor: Jojo Moyes
Editora: Intrinseca
Páginas: 384



Sinopse: Austrália, 1946. É terminada a Segunda Guerra Mundial, chega o momento de retomar a vida e apostar novamente no amor. Mais de seiscentas mulheres embarcam em um navio com destino a Inglaterra para encontrar os soldados ingleses com quem se casaram durante o conflito. Em Sydney, Austrália, quatro mulheres com personalidades fortes embarcam em uma extraordinária viagem a bordo do HMS Victoria, um porta-aviões que as levará, junto de outras noivas, armas, aeronaves e mil oficiais da Marinha, até a distante Inglaterra. As regras no navio são rígidas, mas o destino que reuniu todos ali, homens e mulheres atravessando mares, será implacável ao entrelaçar e modificar para sempre suas vidas.  Enquanto desbravam oceanos, os antigos amores e as promessas do passado parecem memórias distantes. Ao longo da viagem de seis semanas — apesar de permeada por medos, incertezas e esperanças — amizades são formadas, mistérios são revelados, destinos são selados e o felizes para sempre de outrora não é mais a garantia do futuro que foi planejado.

Jojo Moyes para mim ainda é uma incógnita. Já li quatro livros dela e só gostei mesmo de um (não, não foi "Como eu era antes de você", que é um dos livros que está na minha lista negra. Se quiser saber o porquê, clique aqui). Por isso, a cada livro novo dela que me apresentam, eu leio sem expectativa nenhuma, apenas torcendo para me decepcionar menos.

Foi aí que a Intrínseca lançou “O navio de noivas”. Uma sinopse legal, quatro protagonistas caracterizadas como “de personalidade forte”, um livro no período da Segunda Guerra... Ok, esse tinha elementos básicos que pudessem me interessar.

O prologo do livro começa em 2002, com uma avó e sua neta durante uma viagem para a índia. Até que elas entram em um estaleiro e a avó começa a contar sobre suas lembranças do passado. Cliché, mas a gente perdoa.




















Na primeira parte, vamos pra a Austrália e conhecemos alguns personagens que irão conduzir a trama: Maggie, Avice, Jean e Frances.  Elas são totalmente diferentes entre si. A primeira vive em uma fazenda com o pai e os irmãos. A segunda é nascida em berço de ouro, uma típica filha da alta sociedade: esnobe, elitista, arrogante.  Jean é a boa praça, destemida, meio doidinha, mas sem malicia. E Frances é uma enfermeira com um passado sofrido.

Elas são apenas quatro das mais de 600 mulheres que embarcarão no HMS Victória, um porta aviões de guerra para irem ao encontro de seus noivos/maridos. Mulheres tão intensas e com ideologias diferentes dividirão a mesma cabine pelas próximas semanas, o que não vai ser fácil.


















“O navio das noivas” e baseado na história da avó da Jojo. É uma bonita história, apesar do começo lento.  Claro que, das quatro mulheres, é meio difícil você gostar e se identificar com todas.  A Avice, por exemplo, sabe muito bem como ser insuportável.  A autora dá algumas reviravoltas na história, que me pegaram na baixa guarda.

É um livro também de percepção. A autora soube ingressar bem no universo daquela época. Mulheres sem direito a opinião, submissas. As personagens são reais e bem caracterizadas. A autora aposta naquela combinação drama e romance que funcionou muito bem.

Ainda não me considero do time das JojoLovers e nem posso dizer que “O navio das noivas” entrou para os meus favoritos. Mas é uma leitura que eu recomendo e que vai agradar e surpreender os fãs e os nem tão fãs, como eu!






14 setembro 2016

# Resenha 372 // Em Queda Livre

Ei, galera :D

Hoje eu trouxe a resenha de um YA bem legal, cheio de mistério e aventura. "Em Queda Livre" é o primeiro livro da série Segredos Diplomáticos, da Ally Carter. Vem conferir a resenha:

Título: Em Queda Livre // All Fawn Down
Autora: Ally Carter
Páginas: 352
Editora: Guarda-Chuva


Sinopse: Aos dezesseis anos, a protagonista Grace Blakely vê sua vida virar de cabeça para baixo ao se mudar para a casa de seu avô materno, o embaixador americano na capital do país fictício de Adria. Incapaz de aceitar as circunstâncias misteriosas que cercaram a morte de sua mãe três anos antes, ela tentará descobrir os segredos do seu passado e encontrar respostas para as dúvidas que a assombram. Contando somente com a ajuda de seus novos amigos, filhos dos embaixadores das outras nações, ela se lança na busca por um assassino que ninguém mais acredita ser real, ao mesmo tempo em que se esforça para seguir os rígidos protocolos que regem a vida diplomática. Não será fácil para Grace se adaptar a esse novo mundo, especialmente quando ela começa a se apaixonar pelo único garoto proibido para ela: o melhor amigo de seu irmão mais velho. Grace fará de tudo para ser a boa menina que todos esperam que ela seja, mas os problemas parecem sempre encontrá-la, e qualquer deslize cometido na Ala das Embaixadas poderá deflagrar uma crise internacional, colocando sua vida e o destino das nações mais poderosas do mundo em risco.

Todos acreditam que a mãe de Grace morreu em um incêndio, mas ela sabe que não foi isso que aconteceu. Ela estava lá, ela viu a mãe morrer e sabe que um misterioso homem com uma cicatriz no rosto atirou nela. Ninguém acredita nela.

Anos depois, Grace volta a Adria, uma espécia de grande embaixada com vários países, na qual seu avô é embaixador dos Estados Unidos e onde sua mãe (e ela) passaram boa parte de suas vidas. Seu avô precisa de uma companhia em eventos e, agora que sua filha se foi, Grace tomará o seu lugar.

Nada disso era o que Grace queria, mas ela decide tentar, por seu avô, mesmo que ele seja o mesmo homem que não acreditou - e continua não acreditando - nela e a fez visitar vários psicólogos e especialistas. E tudo corre normalmente, até Grace ver o Homem da Cicatriz em Adria.

Decidida a provar que não é louca, Grace entra numa aventura em busca da verdade e acaba descobrindo que Adria guarda muito mais segredos do que ela imaginava, segredos que podem mudar tudo.

Aonde quer que ele esteja indo, está com pressa. Então, faço o que toda garota mentalmente desequilibrada de respeito faria.
Eu o sigo.

Com boas doses de ação, aventura e espionagem, Em Queda Livre, primeiro volume da série Segredos Diplomáticos, foi meu primeiro contato com a Ally Carter; eu já desejei ler outra série dela, mas essa conseguiu passar na frente e admito que quero mais.

O livro, apesar de não ser aquele tipo de livro que causa reações como: "OMG, MELHOR SÉRIE!" , consegue conquistar leitores pela sua escrita fácil, dinâmica e divertida. A autora cria uma trama bem misteriosa e diplomática, com um toque jovem, mas que não beira o óbvio ou o surreal; todos os acontecimentos são bem críveis e naturais, o que torna a leitura mais fluída ainda.

Todo o enredo é bem construído e divertido, e os personagens são cheios de personalidade e graça, que desempenham bem seus papéis. Nada no livro é forçado ou, como eu disse, óbvio ou surreal; a autora consegue manter uma linha tênue em todo o desenvolver da história, sem se perder.

O final, apesar de não trazer grandes acontecimentos, se mantêm tão bom quanto o restante do livro e deixa um gosto de quero mais; aguardo ansiosamente pela continuação.

Em Queda Livre é o primeiro young-adult da Guarda-Chuva, que me conquistou com o trabalho impecável que fizeram no livro, desde o design exterior e interior até questões mais técnicas como revisão. A capa é linda e, de certa forma, até combina mais com o livro do que a original; ela traz uma ideia de simplicidade, diferente da capa original, que dá uma ideia de aventura (e até de distopia).

Livro super recomendado ;)

12 setembro 2016

# Resenha 371 // Gigantes Adormecidos

Olá, peoples :D

Primeiramente queria me desculpar em nome do blog pela falta de postagem haha A Kel anda um pouco sem tempo, então eu vou tentar ajudar ela a voltar ao ritmo normal, ok? Hoje eu trago para vocês a resenha de um livro MUITO diferente e interessante. Espero que curtam!

Título: GIgantes Adormecidos // Sleeping Giants
Autora: Sylvain Neuvel
Páginas: 310
Editora: Suma de Letras
Livro cedido em parceria com a editora



Sinopse: Rose passeia de bicicleta pelo bosque perto de casa, quando de repente é engolida por uma cratera no chão. A cena intriga os bombeiros que chegam ao local para resgatá-la: uma menina de onze anos caída na palma de uma gigantesca mão de ferro. Dezessete anos depois, Rose é phD em física e a nova responsável por estudar o artefato que encontrou ainda criança. O objeto permanece um mistério, assim como os painéis que cercavam a câmara onde foi deixado. A datação por carbono desafia todas as convenções da ciência e da antropologia, e qualquer teoria razoável é rapidamente descartada. Quando outras partes do enorme corpo começam a surgir em diversos lugares do mundo, a dra. Rose Franklin reúne uma equipe para recuperá-las e montar o que parece ser um robô alienígena gigante quase tão antigo quanto a raça humana. Mas, uma vez montado o quebra-cabeças, ele se transformará em um instrumento para promover a paz ou causar destruição em massa? Parte ficção científica, parte thriller, Gigantes adormecidos é uma história viciante sobre a disputa pelo controle de um poder capaz de engolir todos nós.

Como 99% dos livros que leio, a primeira coisa que me chamou atenção em Gigantes Adormecidos foi a capa. Já tinha visto ela há um bom tempo e de cara eu quis ler, então fiquei bem feliz quando soube que a Suma ia lançar.  

Como a sinopse diz, o livro fala sobre a descoberta de partes gigantes de corpos espalhadas pelo mundo. Tudo começa quando Rose cai numa cratera sobre a palma de uma mão... anos depois a mesma Rose se tornou phD em física e agora é a responsável por estudar a tecnologia envolvida no objeto. Aos poucos eles vão encontrando mais e mais partes de corpos que formarão um robô gigantesco, e junto com cada parte encontrada a certeza de que aquela tecnologia veio do espaço se reafirma mais ainda. Mas, depois de formado, o robô será um instrumento para promover a paz ou uma arma capaz de exterminar a raça humana?

Quem me conhece sabe que não sou lá um fã de ficção científica; meu mundo é a fantasia e seus sub-gêneros, então eu tinha um leve receio de não gostar de Gigantes Adormecidos, mas não foi o que aconteceu. Eu me surpreendi positivamente com o livro e isso se deve a vários aspectos.

O primeiro deles foi a narrativa; quando peguei o livro, quase tive um ataque de arrependimento ao folheá-lo e perceber que o livro não tinha uma narrativa. Ele é todo narrado através de entrevistas e relatórios e eu pensei "droga, vou odiar o livro", mas Sylvain quebrou qualquer dúvida que eu tivesse. Ele consegue prender o leitor com os diálogos e relatórios; enquanto eu lia, mal percebia e já tinha lido várias páginas.

“Sei que estamos fazendo as perguntas erradas, mas não sei quais são as certas.”

Os personagens criados pelo autor também são muito bons. Mesmo que não sejam profundamente explorados devido ao estilo narrativo do livro, o autor consegue apresentar todos de forma bastante satisfatória. Não consegui me apegar a eles, mas achei-os bem construídos.

Mas acho que o ponto alto da história mesmo é a trama. Pensa só: um gigante adormecido dividido em partes e espalhado pelo mundo. Um amigo, um inimigo, uma arma? Quem não se interessaria por essa premissa? Achei o enredo muito criativo e bem desenvolvido; a cada capítulo eu ficava mais curioso para saber onde as coisas iam dar!

O único ponto negativo que eu encontrei no livro foi o final. O autor desenvolveu bem a trama durante todo o decorrer do livro e me fez esperar O FINAL, mas ele terminou de uma forma bem broxante ao meu ver. O livro vai ter uma continuação (Waking Gods), eu sei, mas ainda assim eu esperava mais.

O livro é incrível e cheio de reviravoltas. Super indico e espero que vocês gostem tanto quanto eu. 





08 agosto 2016

# Resenha 370 // Fração de Segundo

E aí, galera, tudo bem?

Voltei de viagem!! Eta saudade do deserto. Estou pensando em falar um pouco dos meus 15 dias no Chile por aqui, que tal? Mas isso é papo para uma outra hora. Hoje vamos falar de uma duologia sensacional que já me deixou órfã :'( Quero mais de Encruzilhada!!

Já leram? Não? Vocês conferem a resenha do primeiro livro AQUI. E podem ler o que eu achei do segundo neste post. Juro que não tem spoilers!


Título: Fração de Segundo // Split Second
Autora: Kasie West
Páginas: 320
Editora: Seguinte
Livro cedido em parceria com a editora



Sinopse: Por causa de sua habilidade paranormal, Addie é capaz de Investigar seu futuro sempre que se depara com uma escolha, mas isso não torna sua realidade mais fácil. Depois de ser usada pelo namorado e traída por Laila, sua melhor amiga, ela não hesita em passar as férias com o pai no mundo Normal. Lá ela conhece Trevor, um garoto incrivelmente familiar. Se até pouco tempo ele era um estranho, por que o coração de Addie acelera toda vez que o vê? Enquanto isso, Laila guarda um grande segredo: ela pode Restaurar as memórias de Addie — só falta aprender como. Muita gente poderosa não quer que isso aconteça, e a única pessoa que pode ajudar Laila é Connor, um bad boy que não parece muito disposto a colaborar. Como ela vai ajudar a amiga a alcançar o futuro feliz que merece.



Quando li Encruzilhada, simplesmente me apaixonei pelo livro. Narrativa ágil e uma história que me deixou fissurada. Não podia deixar passar a continuação. Foi assim que pedi “Fração de Segundo”. Kasie sabe o que faz. O livro mantém o ritmo acelerado e brinda o leitor com várias reviravoltas. 

Para quem já se esqueceu de Addison (ou não leu o primeiro livro), ela consegue investigar o Destino. Ela não vê o futuro, mas consegue enxergar as opções que tem e o que poderia acontecer se escolhesse cada caminho. Mas, apesar do “dom” aparentemente maravilhoso, ela apenas vê as suas escolhas e não a escolha dos outros, o que pode influenciar no resultado final.  No primeiro livro conhecemos o mundo das pessoas com habilidades especiais e o “mundo normal”, aqueles que não sabem da existência destes “super dotados”.  Addie escolhe o seu caminho e são as consequências desta escolha que acompanhamos em “Fração de segundo”

Narrado em primeira pessoa por Addie e em terceira por Laila, é preciso ter fôlego para acompanhar o livro. Como eu já tinha lido o primeiro há mt tempo, fiquei com a sensação de que deixei alguns pequenos detalhes passarem. Me arrependi de não ter dado uma passada de olho no primeiro livro. Se puderem, façam isso. 

Suspense, ação, romance, tudo isto e muito mais fazem parte de “Fração de segundo”. Addie é extremamente forte e já entrou para o meu hall seleto de personagens preferidas. Ela cresce ainda mais na trama conforme vai se autoconhecendo e treinando suas habilidades.

Os capítulos são curtos e o livro é muito rápido de ler. Não sei se fico feliz ou triste com isso. “Encruzilhada” é uma duologia incrível que muita gente ainda não conhece. Leiam e se surpreendam. Termino a série torcendo por, quem sabe, um spin off da Laila ou de outros personagens. A autora é tão incrível que os descreve como se fossem pessoas próximas.

Amei.  Recomendo.